- A Brandywine Conservancy and Museum of Art selecionou a Kengo Kuma & Associates, em parceria com Field Operations e Schwartz Silver Architects, para ampliar seu campus de 15 para 325 acres.
- O projeto estimado em 100 milhões de dólares inclui um novo prédio de 40 mil pés quadrados, que deve começar a ser erguido na próxima primavera e abrir em outubro de 2029, além da renovação do museu existente, instalado em um moinho do século XIX.
- Um novo system de trilhas conectará os dois museus a partir de uma rota a pé de dez milhas, passando pelos estúdios originais dos artistas Wyeth (N. C. Wyeth e Andrew Wyeth).
- A área ganhará um espaço de 14 mil pés quadrados para galerias flexíveis e um foco especial em paisagem, reunindo obras dos Wyeths e de outras gerações, além de áreas para conservação e exposições temporárias.
- A instituição já levantou quase metade do orçamento e pretende aumentar o público anual em pelo menos vinte por cento com a expansão.
O Brandywine Conservancy & Museum of Art, em Chadds Ford, Pensilvânia, escolheu a dupla de firmas Kengo Kuma & Associates, Field Operations e Schwartz Silver Architects para ampliar o campus em 100 milhões de dólares. O projeto conecta as galerias aos estúdios originais de N.C. Wyeth e Andrew Wyeth, ampliando de 15 para 325 acres a área pública de preservação.
O anúncio aponta a construção de um novo prédio museológico independente, com aproximadamente 40 mil pés quadrados, previsto para começar na próxima primavera e abrir em 2029. A operação inclui a renovação do museu atual, instalado em um moinho de farinha do século XIX às margens do Brandywine Creek.
Uma rede de trilhas fará a ligação entre as duas novas estruturas, percorrendo um trajeto de dez milhas que cruza áreas de uso público recentemente liberadas. O roteiro também integra os estúdios dos Wyeth, doados ao Brandywine e abertos apenas mediante reserva e ônibus shuttle.
Equipes responsáveis e abordagem
O time de projeto envolve a designação de Kuma em parceria com Field Operations e Schwartz Silver, marcando a primeira criação de um museu de arte dos japoneses para os Estados Unidos. O conjunto é composto por quatro pavilhões em madeira e uma entrada central que oferece vistas para a área de preservação.
A escolha ocorreu após uma seleção que começou com 32 escritórios, reduziu para seis equipes e, por fim, três finalistas com entrevistas. A comissão destacou a síntese entre arquitetura, paisagem e o acervo histórico como decisiva para a escolha.
O titular executivo do Brandywine, Virginia Logan, afirma que a decisão foi unânime e confiante de que o novo espaço dialogará com o entorno e a identidade institucional. A instituição já arrecadou quase metade do custo previsto, com apoios da Wyeth Foundation e membros da família Wyeth.
Detalhes do museu e metas de público
O novo prédio abriga 14 mil pés quadrados de galerias flexíveis, incluindo um grande espaço dedicado à paisagem, para exibir a coleção de forma aprofundada. Haverá também uma galeria que reunirá as cinco gerações de Wyeth, com um espaço dedicado a Andrew movido do moinho para o novo campus.
Na antiga construção, cerca de 5,5 mil pés quadrados serão convertidos para mostras de conservação. O museu espera elevar a participação anual atual de quase 100 mil visitantes em pelo menos 20% ao final da expansão, ampliando ainda a presença de outras instituições através de galerias especiais.
Entre na conversa da comunidade