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Casarão histórico no Rio, de Djanira e Barão de Mauá, busca novo proprietário

Casarão histórico em Santa Teresa, fechado há 13 anos, é vendido por R$ 2,5 milhões e promete revitalização cultural na região.

Casa que pertenceu ao Barão de Mauá, em Santa Teresa: em 2022, preço era R$ 5 milhões; hoje, anúncio diz R$ 2,5 milhões (Foto: Gabriel de Paiva)
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  • O casarão histórico em Santa Teresa está à venda por R$ 2,5 milhões, após redução de preço de R$ 5 milhões.
  • O imóvel, tombado pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade em 1994, foi moradia do Barão de Mauá e abrigou o Colégio Tomaz de Aquino e a Pensão Mauá.
  • Com 600 m² de área construída em um terreno de 1,3 mil m², o casarão possui um grande jardim e está fechado há 13 anos, necessitando de reformas.
  • O IPTU anual do imóvel é de R$ 35.843 e as modificações internas são permitidas, desde que a fachada seja preservada.
  • A Pensão Mauá, criada pela pintora Djanira, foi um importante ponto de encontro para artistas e intelectuais, contribuindo para a cultura local.

O casarão histórico em Santa Teresa, tombado pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) em 1994, está à venda por R$ 2,5 milhões, após uma redução significativa em relação ao preço original de R$ 5 milhões. O imóvel, que foi moradia do Barão de Mauá e abrigou o Colégio Tomaz de Aquino e a Pensão Mauá, está fechado há 13 anos e necessita de reformas.

Localizado na esquina da Rua Paschoal Carlos Magno com a Rua Fonseca Guimarães, o casarão de 600 m² ocupa um terreno de 1,3 mil m², que inclui um grande jardim. O IPTU anual é de R$ 35.843. O anúncio da imobiliária Sérgio Castro Imóveis destaca o potencial do imóvel, que permite modificações internas sem afetar a fachada, preservando suas características arquitetônicas.

História e Importância Cultural

O casarão foi adquirido em 1939 pela pintora Djanira, que o transformou em um ponto de encontro para artistas e intelectuais. A Pensão Mauá, que Djanira criou, recebeu hóspedes ilustres como o poeta Manuel Bandeira e o pintor Carlos Scliar. O local também serviu como oficina para diversos artistas estrangeiros, contribuindo para a cena cultural do bairro.

Na virada do século, o casarão se tornou um complexo cultural, com salas de eventos e um pátio que funcionava como anfiteatro. Apesar do estado de deterioração atual, o imóvel ainda mantém sua imponência e relevância histórica, atraindo o interesse de potenciais compradores que valorizam seu legado.

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