O café tem se tornado cada vez mais popular, com um aumento significativo no consumo e na qualidade das variedades disponíveis. O barista James Hoffmann, em seu novo livro “Atlas mundial del café”, destaca que estamos bebendo mais café do que nunca e que os produtores têm acesso a técnicas de cultivo e variedades aprimoradas. Ele observa a crescente presença de cafeterias que oferecem café de alta qualidade, refletindo uma verdadeira revolução nas grandes cidades.
Hoffmann explora em seu livro a jornada do café, desde a planta até a xícara, abordando aspectos como a produção, a exportação e as características do café arábica, o mais consumido no mundo. O autor menciona locais emblemáticos de cultivo, como Venezuela e China, e fornece dicas para preparar a bebida em casa. O livro visa enriquecer a experiência do consumidor, incentivando a apreciação do café como um prazer, não apenas como uma necessidade.
Por outro lado, Kim Frans Liliane Ossenblok, em “Café sensible”, critica o consumo apressado de café, que muitas vezes é apenas uma fonte de cafeína. Ele ressalta que muitos não conseguem perceber os aromas e sabores que o café de especialidade oferece. Ossenblok propõe um aprofundamento na apreciação sensorial da bebida, convidando os leitores a se tornarem especialistas em degustação.
Além desses lançamentos, Yassir Raïs, em “De la finca a la taza”, aborda o lado cultural e humano do café, destacando sua importância nas tradições e conexões sociais. O século XXI, segundo Raïs, testemunha um renascimento global do café, unindo entusiastas em torno da busca por métodos de preparo e perfis de sabor únicos. A literatura sobre café continua a crescer, refletindo o interesse crescente por essa bebida rica em história e cultura.
O café tem se tornado cada vez mais popular, com um aumento significativo no consumo e na qualidade das variedades disponíveis. O barista James Hoffmann, em seu novo livro “Atlas mundial del café”, destaca que “bebemos mais café do que nunca” e que os produtores têm acesso a técnicas de cultivo e variedades aprimoradas. Ele observa a crescente presença de cafeterias que oferecem café de alta qualidade, refletindo uma verdadeira revolução nas grandes cidades.
Hoffmann explora em seu livro a jornada do café, desde a planta até a xícara, abordando aspectos como a produção, a exportação e as características do café arábica, o mais consumido no mundo. O autor também menciona locais emblemáticos de cultivo, como Venezuela e China, e fornece dicas para preparar a bebida em casa. O livro visa enriquecer a experiência do consumidor, incentivando a apreciação do café como um prazer, não apenas como uma necessidade.
Por outro lado, Kim Frans Liliane Ossenblok, em “Café sensible”, critica o consumo apressado de café, que muitas vezes é apenas uma fonte de cafeína. Ele ressalta que muitos não conseguem perceber os aromas e sabores que o café de especialidade oferece. Ossenblok propõe um aprofundamento na apreciação sensorial da bebida, convidando os leitores a se tornarem especialistas em degustação.
Além desses lançamentos, Yassir Raïs, em “De la finca a la taza”, aborda o lado cultural e humano do café, destacando sua importância nas tradições e conexões sociais. O século XXI, segundo Raïs, testemunha um renascimento global do café, unindo entusiastas em torno da busca por métodos de preparo e perfis de sabor únicos. A literatura sobre café continua a crescer, refletindo o interesse crescente por essa bebida rica em história e cultura.
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