- Chile e os Estados Unidos assinaram uma declaração conjunta para iniciar перег discussions sobre minerais críticos e terras raras; a primeira reunião deve ocorrer nas próximas duas semanas.
- O objetivo é fortalecer cadeias de suprimento e reduzir a dependência da China nesses minerais usados em veículos elétricos, semicondutores, defesa e eletrônicos.
- Chile é o maior produtor mundial de cobre e o segundo maior produtor de lítio.
- O subsecretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, disse que os dois países podem trabalhar juntos para fortalecer as cadeias de suprimento e discutiram como colaborar.
- O anúncio ocorre no contexto da posse do presidente chileno de direita, José Antonio Kast, na última quarta-feira.
Chile e Estados Unidos assinaram uma declaração conjunta para iniciar discussões sobre minerais críticos e terras raras, informou o Ministério das Relações Exteriores do Chile nesta quinta-feira. O texto oficial confirma a intenção de avançar em cooperação técnica e de cadeia de suprimentos entre os dois países.
A primeira reunião está prevista para ocorrer nas próximas duas semanas, de acordo com a pasta. O objetivo é ampliar a colaboração entre Chile e EUA em áreas estratégicas de mineração, processamento e fornecimento de materiais usados em veículos elétricos, semicondutores e defesa.
Contexto e participantes
- Os EUA tentam reduzir a dependência de minerais críticos da China, ampliando parcerias com produtores como o Chile, segundo fontes oficiais.
- Chile figura como o maior produtor mundial de cobre e o segundo maior de lítio, o que torna o país relevante para a segurança de suprimentos globais.
- O subsecretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, afirmou que há potencial para fortalecer as cadeias de suprimentos desses minerais com a cooperação bilateral.
Acordos e próximos passos
- Landau sinalizou que as conversas incluirão formas de trabalhar conjuntamente para ampliar a disponibilidade de minerais estratégicos.
- O anúncio ocorre em meio ao cenário político local, com a posse de um novo governo de direita no Chile, refletindo mudanças regionais que podem influenciar a agenda de cooperação.
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