- Estudo global da Randstad com 4.465 brasileiros aponta que desenvolvimento profissional é prioridade para 68% dos entrevistados, à frente da remuneração e benefícios (67%).
- A falta de perspectiva de crescimento é a principal razão para pedidos de demissão, respondida por 43% dos profissionais, ante 37% pela insatisfação salarial.
- Mulheres valorizam mais oportunidades de crescimento (71%) e benefícios de bem‑estar e flexibilidade (70%), liderando a mudança de perfil.
- A geração Z fica mais focada em cultura organizacional, flexibilidade e aprendizado; 61% citam remuneração como atração principal, menor que os 76% entre Baby Boomers.
- Taxa de retenção: apenas 45% da geração Z pretende permanecer na empresa até o fim de 2026, contra 49% dos Millennials e 62% da geração X.
O estudo global da Randstad, que ouviu 4.465 brasileiros, aponta uma mudança nas prioridades no mercado de trabalho. Entre as 150 maiores empresas empregadoras do país, o foco passou a ser o desenvolvimento profissional, que aparece como prioridade para 68% dos entrevistados. A remuneração ficou em segundo plano, citada por 67%.
A pesquisa revela que a falta de perspectivas de carreira é a principal razão para pedidos de demissão. 43% dos profissionais citam estagnação como motivação, ante 37% pela insatisfação com salário e 36% pelo desequilíbrio entre vida pessoal e trabalho.
Novas exigências, novos perfis
As mulheres lideram a valorização de crescimento profissional, com 71% considerando-o indispensável, contra 64% dos homens. Benefícios de bem-estar e flexibilidade aparecem em 70% entre as mulheres, frente a 59% entre os homens.
Entre as gerações, a Geração Z adota esse novo formato. A remuneração aparece como atrativo principal para 61% dos jovens, enquanto 76% dos Baby Boomers priorizam o salário. Licenças e cultura organizacional pesam mais para a nova geração.
A Geração Z apresenta a menor intenção de permanência: 45% pretendem ficar na empresa até o fim de 2026, versus 49% dos Millennials e 62% da Geração X. A pesquisa aponta que a experiência cotidiana precisa acompanhar a boa reputação da empresa para reduzir a rotatividade.
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