- Moroco evacuou mais de cinquenta mil pessoas, quase metade da população da cidade de Ksar el-Kebir, devido a inundações provocadas por semanas de chuvas intensas.
- A cidade ficou praticamente vazia; mercados e lojas foram fechados, e moradores saíram ou foram evacuados.
- Abrigos temporários foram montados e o acesso à cidade foi proibido, com apenas saídas permitidas; parte da eletricidade foi desligada e escolas foram fechadas até sábado.
- As enchentes ocorreram em parte por água liberada da barragem de Oued Makhazine, que atingiu a capacidade máxima; Ksar el-Kebir fica a cento e noventa quilômetros de Rabat.
- O exército foi acionado para apoiar resgates, com unidades, caminhões e médicos; helicóptero resgatou quatro pessoas em Oued Ouargha, enquanto o Sebou elevou o nível e levou evacuações em Sidi Kacem.
Morocco evacuou mais de 50 mil pessoas, quase metade da população da cidade de Ksar el-Kebir, diante de inundações anunciadas por semanas de chuva. O anúncio foi feito pela imprensa estatal na segunda-feira.
As águas, provocadas pelo transbordamento do rio Loukkos, spreadaram-se por vários bairros. entry foi proibida; apenas saída da cidade permitida. Quedas de energia atingiram parte da região e escolas foram fechadas até sábado.
Ağência militar informou que unidades de resgate, caminhões, equipamentos e médicos apoiam as operações. Ônibus já retiraram moradores da cidade, e um helicóptero resgatou quatro pessoas presas em Oued Ouargha, na província vizinha.
Operações de Resgate
Localidades ao sul também sentiram o impacto. O aumento do nível do rio Sebou levou à evacuação de moradores em Sidi Kacem, com reforço de margens com sacos de areia e barreiras.
Segundo autoridades, parte das evacuações ocorreu após a liberação de água do dique Oued Makhazine, que atingiu a capacidade máxima. Ksar el-Kebir fica a cerca de 190 km ao norte de Rabat.
Contexto regional
Especialistas destacam que as chuvas encerraram uma seca de sete anos, que motivou investimentos em dessalinização. O regime de enchimento de reservatórios oficiais aponta avanço, com quase 62% da capacidade nacional atingida.
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