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Museu na Cidade do México com coleção de Kahlo e Rivera reabre após polêmica

Museu Dolores Olmedo, no México, reabre após controvérsia sobre relocação de Kahlo e Rivera

Dolores Olmedo’s private spaces are newly accessible to the public at her namesake museum in Mexico City
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  • O Museu Dolores Olmedo reabriu em 30 de maio de 2026, após seis anos de fechamento e debates sobre a transferência de parte da coleção.
  • A reforma incluiu novas galerias públicas e acesso a espaços antes privados da casa-museu, preservando o estilo da anfitriã, Dona Lola.
  • Uma galeria dedicada a Diego Rivera traz 98 obras dele, em ordem cronológica, destacando a variedade além do Muralismo.
  • Em relação a Frida Kahlo, o acervo reúne 26 works, incluindo The Broken Column (1944) e Henry Ford Hospital (1932), com foco na expressão da dor e da resiliência.
  • A reabertura ocorreu em meio a controvérsias sobre a possível mudança da coleção para Chapultepec e a defesa do patrimônio pelo grupo Defendamos al Olmedo.

O museu Dolores Olmedo, em Cidade do México, reabriu ao público após seis anos de fechamento. O espaço, localizado na antiga hacienda La Noria, confirmou a volta das obras da coleção mais rica de Kahlo e Rivera, após controvérsias sobre relocação.

O retorno envolve a recuperação de acervos, catalogação e manutenção. Parte da coleção passou por debates desde 2021, quando planos de transferência para Chapultepec foram anunciados, gerando resistência por contrariar desejos da curadora.

Ao todo, oito galpões exibem 98 obras de Rivera, organizadas de forma cronológica para revelar a diversidade criativa do artista, além de uma galeria dedicada à relação dele com Olmedo. As obras vão desde retratos de família até paisagens e esboços muralísticos.

Kahlo está presente em duas galarias com 26 obras, incluindo The Broken Column (1944) e Henry Ford Hospital (1932). As peças destacam aspectos da expressão surrealista e da dor, situando a mostra sob a égide de Olmedo.

A nova configuração também reintroduz espaços privados de Olmedo, com móveis, peças de marfim e objetos pré-hispânicos em exibição. A curadoria busca preservar o modo de vida da colecionadora, sem perder a relação com o edifício e o entorno.

A reinauguração foi comemorada por apoiadores do museu, que defendem a proteção do patrimônio. Mesmo sem detalhes sobre futuros empréstimos, o público tem acesso às obras e às relações históricas entre Kahlo e Rivera.

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