- Dois ex-funcionários de empresas de cybersecurity, Ryan Goldberg e Kevin Martin, se declararam culpados por conspiração para extorquir.
- Eles participaram de ataques com o ransomware ALPHV/BlackCat a várias vítimas nos EUA em 2023.
- A dupla, que atuava como negociadores de ransomware, extorquiu 1,2 milhão de dólares em Bitcoin.
- O tribunal indicou que a sentença está marcada para 12 de março de 2026, com possibilidade de até 20 anos de prisão.
- Foram identificados como parte de uma conspiração que incluiu terceiros e envolveu cobrança de resgate a empresas de diversos setores.
Dois ex-funcionários de empresas de cybersseguridade admitiram ter participado de ataques de ransomware em 2023, operando com o grupo ALPHV/BlackCat. A informação foi anunciada pelo Departamento de Justiça (DOJ) dos EUA.
Os réus, Ryan Goldberg, de 40 anos, e Kevin Martin, de 36, confessaram a conspiração para extorquir, tendoarpjado 1,2 milhão de dólares em Bitcoin junto a um coautor não identificado. As ações visaram diversas vítimas nos EUA, incluindo uma empresa de dispositivos médicos.
Contexto e envolvidos
A investigação indica que Goldberg atuou como gerente de resposta a incidentes na Sygnia Cybersecurity Services, enquanto Martin e o terceiro conspirador trabalhavam como negociadores de ransomware na Digital Mint. O crime envolveu criptografia de dados para extorção financeira.
O caso foi registrado em outubro, após investigações que apontaram o uso do ALPHV/BlackCat para criptografar dados e exigir pagamentos. O DOJ ressaltou que a dupla utilizou treinamento em cibersegurança para cometer o crime.
Prisão e futuro
Goldberg e Martin pleitearam culpabilidade por uma única acusação de conspiração para obstruir, atrasar ou afetar o comércio por extorsão. A sentença está marcada para 12 de março de 2026, com pena potencial de até 20 anos de prisão.
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