- A Amazon informou que seus data centers consumiram 2,5 bilhões de galões de água em 2025, a uma taxa de 0,12 litro por kilowatt-hora de energia, 2% menor que em 2024, apesar da expansão das operações.
- A empresa afirma ser mais eficiente na água do que alguns rivais de tecnologia, apresentando gráficos que comparam o consumo por kWh com Microsoft, Google e Meta ao longo dos últimos anos.
- Google teve o maior uso de água no conjunto, mas a comparação pode se referir aos data centers Gemini; a Amazon diz que os dados abrangem todas as operações e não apenas Gemini.
- Segundo a Amazon, cerca de 90% do tempo seus data centers utilizam resfriamento por ar, com resfriamento evaporativo nas horas mais quentes e dias mais quentes, além de aumentar a tolerância de calor dos servidores.
- A empresa afirma que seus data centers são sete vezes mais eficientes em água do que a média do setor, com base em um número ajustado de um estudo revisado por pares divulgado no ano anterior, mas ressalta que o relatório não inclui uso indireto em usinas geradoras nem água de novas construções.
Amazon publicou pela primeira vez os dados anuais de uso de água de seus data centers, afirmando maior eficiência em comparação a rivais. Em 2025, a operação global consumiu 2,5 bilhões de galões de água, com 0,12 litros por kilowatt-hora de energia. O total caiu 2% em relação a 2024, apesar da expansão.
A empresa destaca que, em tese, usa água de forma mais eficiente que Microsoft, Google e Meta. Gráficos do relatório apontam maior consumo por kWh nesses rivais nos últimos anos. Contudo, os números da Google se referem principalmente a centros Gemini de IA, não ao conjunto da empresa.
Segundo a Amazon, cerca de 90% do tempo seus data centers operam com ar-condicionado, recorrendo à refrigeração evaporativa nas horas mais quentes e elevando tolerâncias de calor nos servidores. A empresa afirma que seus centros são sete vezes mais eficientes em água que a média do setor, com base em estudo revisado por pares.
Detalhes sobre consumo e limitações
A companhia ressalta ainda que o relatório não inclui uso indireto da água em usinas de energia que fornecem eletricidade aos data centers, nem água empregada na construção de novos núcleos. As informações contadas abrangem operações existentes e não o conjunto de toda a infraestrutura.
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