- Cinco editoras e o autor Scott Turow processam a Meta nos EUA por uso não autorizado de livros e artigos para treinar a IA Llama.
- A ação foi apresentada em tribunal federal em Manhattan, abrindo uma nova frente na disputa entre editoras e empresas de IA.
- A acusação afirma que Mark Zuckerberg e a Meta seguiram o lema “agir rápido e quebrar coisas” para usar obras sem permissão, sem pagamento.
- A Meta nega irregularidades e diz que o treinamento de IA com material protegido pode se enquadrar em uso justo; a empresa promete defesa vigorosa.
- Entre os autores citados estão Scott Turow, Donna Tartt, Yiyun Li e Amanda Vaill; as editoras envolvidas incluem Elsevier, Cengage, Hachette Book Group, Macmillan e McGraw Hill.
Cinco editoras e o escritor Scott Turow moveram uma ação nos EUA contra a Meta, acusando a empresa de usar livros e artigos sem autorização para treinar a IA Llama. A ação foi apresentada em um tribunal federal de Manhattan, abrindo uma nova frente na disputa entre editoras e tecnologias de IA.
Segundo a denúncia, Zuckerberg e a Meta teriam adotado o lema “agir rápido e quebrar coisas” ao empregar um grande volume de obras protegidas para alimentar o sistema, sem pagamento ou autorização dos autores ou editores. O documento afirma que os réus reproduziram e distribuíram milhões de obras com pleno conhecimento de que violavam a lei.
Entre os autores citados pelas editoras estão nomes como Scott Turow, Donna Tartt e vencedoras do Pulitzer de 2026, Yiyun Li e Amanda Vaill. As editoras envolvidas são Elsevier, Cengage, Hachette Book Group, Macmillan e McGraw Hill.
Meta contesta acusações
Em nota, a Meta disse que pretende defender-se vigorosamente das acusações. A empresa argumenta que a inteligência artificial impulsiona inovação e que tribunais reconhecem que o treinamento com material protegido pode se enquadrar em uso justo.
A disputa ocorre em meio a um aumento de ações contra o uso de obras no treinamento de IA. Em 2025, a Meta já havia concordado em encerrar uma ação coletiva movida por escritores, com a decisão a ser analisada na época.
A ação foi apresentada em Manhattan e envolve a alegação de que a Meta autorizou pessoalmente a infração ao permitir o uso de obras sem remuneração para treinar a IA. As editoras destacam danos potenciais aos criadores e à indústria editorial.
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