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Vídeo alerta sobre os riscos do boom da medicina estética

Risco à saúde pública com clínicas clandestinas de medicina estética na Europa, alimentado pela propaganda nas redes sociais e compra de fármacos por não qualificados

Careta del programa 'Arte TV Semanal'.
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  • Clínicas clandestinas de medicina estética aumentam na Europa, com pessoas sem qualificação comprando fármacos como botox e ácido hialurônico em países fora da União Europeia para aplicação ilegal.
  • A prática é impulsionada pela promoção nas redes sociais e pela redução de custos do serviço, configurando um problema grave para a saúde pública.
  • O programa é produzido pelo canal ARTE e distribuído em dez idiomas por meio do projeto BEAM, que reúne veículos de imprensa europeus.
  • Os veículos participantes, além do EL PAÍS, incluem Balkan Insight, Sinopsis, Gazeta Wyborcza, Internazionale, Ir, Kathimerini, Le Soir e Telex.
  • O financiamento vem da União Europeia, via a iniciativa European Media Hubs, dentro das ações multimídia dos 27.

A pressão por padrões de beleza promovida pelas redes sociais tem alimentado um crescimento preocupante de clínicas clandestinas de medicina estética na Europa. Pessoas sem qualificação sanitária adquirirem fármacos como botox e ácido hialurônico em países fora da União Europeia para aplicação irregular, ampliando riscos à saúde pública. A prática se fortaleceu diante da divulgação digital e da redução de custos de serviços.

O programa responsável pela divulgação é produzido pelo canal ARTE e integra o projeto BEAM, que envolve diversos veículos de imprensa europeus. Além de EL PAÍS, participam Balk​an Insight, Sinopsis, Gazeta Wyborcza, Internazionale, Ir, Kathimerini, Le Soir e Telex. A iniciativa recebe financiamento da União Europeia, dentro da chamada European Media Hubs, gerida pela DG Connect, ligada às ações multimídia dos 27.

A análise do material reforça que a disseminação de conteúdos nas redes sociais facilita o consumo de serviços não regularizados. Especialistas apontam riscos de procedimentos realizados sem supervisão adequada, com agravantes quando adquiridos fora da UE. As investigações destacam ainda a necessidade de fiscalização mais rígida e campanhas informativas para reduzir danos à população.

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