- A atriz e psicóloga Franciely Freduzeski, de 47 anos, teve o diagnóstico de fibromialgia confirmado em 2022, após sintomas que começaram em 2018.
- Ela passou por 27 médicos e realizou várias cirurgias desnecessárias, como na coluna, glúteo e ombros, e acumulou uma grande quantidade de exames.
- A fibromialgia não foi cogitada por nenhum especialista antes do médico que identificou a condição corretamente.
- Hoje, Franciely usa sua imagem para conscientizar sobre doenças invisíveis e o preconceito enfrentado por quem vive com dores crônicas.
- Ela relatou episódios de preconceito, como uso de fila preferencial e comentários de terceiros durante viagens, e destacou a importância de continuar explicando sobre o tema.
Franciely Freduzeski, 47 anos, relatou durante um encontro sobre fibromialgia a sequência que enfrentou até o diagnóstico correto. Os primeiros sinais surgiram em 2018, com dores que foram se agravando ao longo dos anos.
Ela passou por 27 médicos até chegar ao diagnóstico definitivo em 2022. Foram realizados inúmeros exames, incluindo ressonâncias, raio-x, análises de sangue e eletroneuromiografia, sem respostas conclusivas em diferentes momentos.
A atriz e psicóloga descreveu a sensação de ter a condição tratada como se fosse uma lesão para várias partes do corpo, com cirurgias desnecessárias realizadas em função de sintomas. A busca por respostas consumiu tempo e recursos.
Hoje, Franciely usa a visibilidade da carreira para conscientizar sobre doenças invisíveis e o preconceito enfrentado por pessoas com fibromialgia. Ela relata que utiliza o cordão de identificação e ainda enfrenta julgamentos ao buscar prioridades de atendimento.
Durante uma viagem de Curitiba, a atriz vivenciou comentários de uma passageira que sugeriu juventude demais para estar no local. O episódio reforçou a necessidade de esclarecer ao público a existência da doença e seus impactos na rotina diária.
Desafios e convivência com a doença
Freduzeski enfatiza que a fibromialgia pode exigir ajustes na vida cotidiana, tanto no bem-estar psicológico quanto na gestão da dor. Ela reforça a importância de políticas de atendimento que reconheçam condições invisíveis.
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