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Navio com hantavírus vira nova atração turística em Tenerife

Ilhas Canárias evacuam o navio hantavírus; 149 passageiros e tripulantes são repatriados em operação internacional liderada pela OMS

The MV Hondius has finally been evacuated, ending the ordeal for the remaining 149 passengers and crew.
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  • O MV Hondius chegou a Tenerife, nas Ilhas Canárias, no domingo, após uma investigação sobre hantavírus que já deixou três mortos a bordo.
  • A evacuação dos 149 passageiros e da tripulação foi concluída, com repatriação coordenada pela Organização Mundial da Saúde e pelo governo espanhol.
  • A operação envolveu dezenas de embarcações levando pessoas para autocarros sob medidas de proteção, com assentos cobertos por plástico e fitas de segurança.
  • Ainda não há confirmação de infecção, pois não houve testes de PCR realizados a bordo; a OMS recomenda isolamento de quarenta e cinco dias a partir do último contato, mas não há poder de impor essa medida.
  • Passageiros de vinte e três países estão sendo repatriados, com coordenadas entre a Comissão Europeia e o Centro Europeu de Controle de Doenças para minimizar variações entre países.

O MV Hondius, navio de cruzeiro envolvido em um surto de hantavírus, chegou às ilhas Canárias no domingo. A evacuação dos 149 passageiros e tripulantes deve encerrar o episódio que já deixou três mortos. A ação ocorreu na Granadilla, base operada pela cooperação internacional liderada pela OMS.

Na chegada, equipes de saúde em roupas de proteção retiraram passageiros e tripulantes do navio para transferência a ônibus. As pessoas deixaram o barco com poucas bagagens, enquanto parte da bagagem ficará no navio para desinfecção. A operação envolveu coordenação espanhola e apoio internacional.

O Hondius esteve atracado próximo ao porto de Granadilla, após meses de atenção global. O navio era visto como ponto de interesse para turistas e moradores locais, que assistiam ao desfecho da situação de longe. A imprensa internacional acompanhou a evacuação ao vivo.

Quase 23 nationalidades estiveram representadas entre os passageiros e a tripulação, que ficaram isolados em cabines desde o início do surto. A causa, identificada como hantavírus, não costuma disseminar-se entre pessoas, segundo autoridades de saúde.

A OMS enfatizou que o episódio não configura início de uma pandemia. A operação de repatriação foi coordenada pelo governo espanhol, com apoio logístico de organizações internacionais, incluindo a própria OMS.

O plano de retorno prevê quarentena para viajantes ao chegarem aos seus países, com variação entre as nações. Alguns governos adotaram medidas de isolamento hospitalar, enquanto outros optaram por diretrizes mais flexíveis.

A avaliação de risco continua sendo monitorada por autoridades de saúde públicas. Não houve confirmação de casos adicionais de hantavírus fora do navio até o momento, e as autoridades destacam a necessidade de confirmação por teste PCR.

A população local acompanha com cautela, buscando informações oficiais sobre o desfecho do episódio. A situação em Tenerife, marcada pela evacuação, permanece sob vigilância sanitária e controle de tráfego marítimo na região.

Desdobramentos internacionais

O repatriação envolve envio de equipes médicas e logística de transporte para diversos destinos. A prioridade é evitar a disseminação do vírus e garantir a segurança de quem retorna para casa.

Contexto de saúde

Hantavírus é transmitido principalmente por roedores. A transmissão entre pessoas é rara. A variante associada ao caso não é nova, mas o surto gerou preocupação global pela mobilidade de passageiros.

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