- Quatro cidadãos australianos e um residente permanente vão retornar do MV Hondius em voo fretado que chegará a Perth na terça-feira, com acompanhamento de equipes médicas.
- Um cidadão da Nova Zelândia também viajará na mesma aeronave, que sairá de Tenerife, às quinze horas, horário local, na segunda-feira.
- O grupo, formado por moradores de New South Wales e Queensland, será encaminhado diretamente para locais de quarentena, sem contato com o público na chegada.
- O desembarque ocorre após o navio chegar a Tenerife, nas Ilhas Canárias, no domingo, com três mortes e oito casos de hantavírus entre passageiros e tripulação.
- O governo australiano coordena as medidas de saúde e transporte com autoridades estaduais; a transmissão entre humanos é rara e as autoridades reiteram a necessidade de quarentena adequada.
Australia repatria quatro cidadãos e um residente permanente do MV Hondius, em meio a um surto de hantavírus, em voo charter com destino a Perth na terça-feira.
O navio chegou a Tenerife, nas Canárias, no domingo, com 146 pessoas a bordo. Três mortes foram registradas e oito pessoas ficaram doentes. Tripulação e passageiros foram confinados aos compartimentos para conter o vírus.
O grupo de cinco australianos viajará junto com profissionais de saúde que vão monitorar e prestar assistência, acompanhados por um passageiro da Nova Zelândia. O voo parte de Tenerife às 17h locais, na segunda-feira, como última saída do arquipélago.
Os viajantes são residentes em New South Wales e Queensland. O governo trabalha com as autoridades estaduais para organizar a quarentena, que será administrada pelos estados segundo requisitos locais de saúde pública.
Ao desembarcar em Perth, os evacuees seguirão diretamente para as estruturas de quarentena, sem contato com o público. O ministro federal do Meio Ambiente, Murray Watt, reconheceu a gravidade da situação e a necessidade de quarentena adequada.
A hantavírus, transmitida por roedores, pode causar doenças graves, mas a transmissão entre pessoas é rara e ocorre em contatos próximos e prolongados. Órgãos de saúde ressaltam que o risco de outbreaks globais permanece baixo.
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