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Ministro Alexandre Padilha ressalta inovação e soberania em saúde no Brasil

Ministro Alexandre Padilha destaca inovação e soberania em saúde, enfatizando parceria público-privada para ampliar acesso e fortalecer SUS e indústria nacional

Foto: João Risi / MS
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  • O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura do Fifarma Annual Summit 2026, em Brasília, no dia 5 de maio.
  • Padilha destacou o Brasil como potência na inovação em saúde, com foco na soberania nacional e no atendimento do SUS a mais de 200 milhões de pessoas.
  • O ministro enfatizou a parceria com a indústria para ampliar o acesso a tratamentos e reduzir desigualdades, aliado a uma cooperação internacional estruturada.
  • A regulamentação da Lei de Pesquisa Clínica foi apontada como avanço para mais segurança jurídica, maior participação em estudos globais e estímulo à inovação e investimentos.
  • Em 2025, foram anunciadas 31 novas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo; hoje existem 162 PDPs vigentes, com R$ 36,8 bilhões em investimentos, além do PPClin, lançado em abril, com aporte de R$ 120 milhões para fortalecer a pesquisa clínica.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura do Fifarma Annual Summit 2026, em Brasília (DF), nesta terça-feira (5). O encontro reúne especialistas de diversos países para debater acesso a tratamentos e sustentabilidade dos sistemas de saúde, com foco em inovações em saúde.

Padilha destacou o Brasil como potência na integração de políticas públicas, produção e ciência para a soberania nacional. O ministro ressaltou o SUS, que atende mais de 200 milhões de pessoas, com atendimento que vai da atenção básica a procedimentos de alta complexidade, como transplantes.

Ele afirmou que o evento é essencial para apresentar ideias que possam ampliar o acesso global a novas tecnologias, principalmente na América Latina. A parceria com o setor produtivo foi apresentada como fundamental para reduzir desigualdades e impulsionar desenvolvimento por meio da cooperação internacional.

A regulamentação da Lei de Pesquisa Clínica foi citada como avanço para ampliar participação em estudos globais com segurança jurídica. Também foi destacada a importância de ampliar investimentos em inovação e fortalecer o setor farmacêutico local e as agências reguladoras, como a Anvisa.

Como parte da estratégia de fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis), 2025 viu a implementação de 31 novas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs). Elas visam transferir tecnologia para produzir medicamentos, vacinas e outras tecnologias em saúde no país.

Os PDPs atuais somam 162 acordos, com investimentos de cerca de R$ 36,8 bilhões e participação de órgãos públicos e privados. O objetivo é ampliar produção nacional voltada a câncer, doenças raras e esclerose múltipla, entre outras áreas.

Em abril, o Ministério da Saúde lançou o Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), com diretrizes para integrar instituições científicas, reguladores e indústria. Ao lado, foi anunciado um investimento de R$ 120 milhões para fortalecer a pesquisa clínica no Brasil, em parceria com o MCTI.

Entre 2023 e 2025, os investimentos em pesquisa clínica chegaram a mais de R$ 1,4 bilhão, quase triplicando o valor aplicado no período anterior. O governo afirma que as ações fortalecem o ecossistema de inovação em saúde e visam ampliar o acesso a tratamentos no SUS.

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