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Chefe da OMS: 12 mortos em ataque a centro de saúde primário no Líbano

Doze profissionais de saúde mortos em ataque ao centro de saúde Bourj Qalaouiyeh, no Líbano, e dois paramédicos mortos em Al Sowana, ampliando a crise no Oriente Médio

Director-General of the World Health Organization Tedros Adhanom Ghebreyesus speaks on the sidelines of a G20 summit in Johannesburg, South Africa, November 21, 2025. REUTERS/Yves Herman/File Photo
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  • A Organização Mundial da Saúde confirmou que doze médicos, paramédicos e enfermeiros foram mortos em ataque ao centro de saúde primário Bourj Qalaouiyeh, no Líbano, na noite de sexta-feira.
  • O incidente ocorreu no centro de saúde primário Bourj Qalaouiyeh, na região sul do Líbano.
  • O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou pela X que as mortes representam um agravamento da crise no Oriente Médio nas últimas 24 horas.
  • Ainda segundo Tedros, no mesmo dia, dois paramédicos já tinham morrido em ataque a uma unidade de saúde em Al Sowana.
  • A OMS pediu apuração dos ataques e proteção de profissionais de saúde na região.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que 12 profissionais de saúde, entre médicos, paramédicos e enfermeiros, foram mortos em um ataque ao centro de saúde primário Bourj Qalaouiyeh, no Líbano, na noite de sexta-feira. A instituição ainda não informou detalhes sobre responsáveis ou motivação.

O ataque ocorreu no sul do Líbano, em Bourj Qalaouiyeh. A OMS informou que os profissionais faleceram durante o episódio, que agravou a crise regional na área de saúde, já afetada por conflitos e violência.

Nessa sexta-feira, a OMS também reportou a morte, ainda pela manhã, de dois paramédicos em um ataque a outra unidade de saúde em Al Sowana. O secretário-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus descreveu as mortes como parte do agravamento da crise no Oriente Médio.

Desdobramentos

Segundo a OMS, as mortes elevam o número de profissionais de saúde mortos nos últimos 24 horas na região. A organização reiterou a necessidade de proteção de instalações de saúde e de acesso seguro a serviços médicos em zonas de conflito.

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