- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o governo monitora impactos da guerra no Oriente Médio na cadeia de produção de medicamentos e busca ampliar a produção nacional.
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- Padilha citou que princípios ativos vindos da Índia e rotas logísticas pelo Oriente Médio podem sofrer mudanças, o que pode aumentar custos.
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- A avaliação foi feita durante visita a uma fábrica de medicamentos em Valinhos (SP), na presença do presidente Lula, do vice‑presidente Geraldo Alckmin e de outras autoridades.
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- A comitiva conheceu a Bionovis, empresa de biotecnologia que desenvolve e produz biofármacos de alta complexidade e fornece mais de 19 milhões de frascos e seringas ao SUS.
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- Após a visita, Lula deve se reunir com Alckmin e Haddad para discutir o cenário eleitoral paulista e definições para palanques e cargos.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que o governo monitora os impactos da guerra no Oriente Médio na cadeia de produção de medicamentos e destacou a expansão da produção nacional para reduzir a dependência externa. A declaração ocorreu durante coletiva na fábrica de biotecnologia em Valinhos (SP), nesta terça-feira (3).
Padilha explicou que o conflito pode afetar os princípios ativos vindos da Índia e a logística de aeroportos no Oriente Médio, o que pode exigir mudanças de rota e elevar custos. A disputa pode, segundo ele, afetar a saúde global e, por consequência, o abastecimento brasileiro.
A visita ocorreu na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda Fernando Haddad e da ministra Simone Tebet. O grupo acompanhou de perto as instalações da Bionovis, no interior paulista.
Visita à fábrica de medicamentos
A comitiva conheceu as áreas de pesquisa, desenvolvimento e a aplicação de tecnologias na produção de biofármacos. A Bionovis atua com medicamentos biológicos de alta complexidade e fornece mais de 19 milhões de frascos e seringas ao SUS.
A empresa, fundada em 2012, surgiu da união entre laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, formando um consórcio de biotecnologia. Hoje, mantém 12 parcerias internacionais e com laboratórios públicos.
Agenda posterior
Ao fim da visita, Lula deve se reunir com Alckmin e Haddad para tratar do cenário eleitoral paulista, incluindo possível definição de palanque e composição de candidaturas ao governo, Senado e outros cargos. A expectativa, conforme apuração, é definir o papel de cada um durante as eleições de 2026.
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