- Planos para uma grande fazenda solar entre Newport e Telford, em Shropshire, levantam preocupações locais.
- O terreno, de aproximadamente 58 hectares (143 acres), atenderia às necessidades de eletricidade de cerca de 11 mil residências, segundo a Greenvolt Power.
- O responsável pela área, o vereador Andrew Eade, diz que o projeto cortaria caminhos históricos e antigos, prejudicando o direito de passagem na região.
- Eade também questiona o impacto na paisagem natural de Lilleshall e na possível perda de terras agrícolas, mesmo com a promessa de restauração após a vida útil do empreendimento.
- O evento de consulta prévia ocorre em vinte e cinco de junho, no Memorial Hall de Lilleshall, para reunir opiniões da comunidade.
Um empreendimento de energia solar em área rural entre Newport e Telford, em Shropshire, pode gerar controvérsia entre moradores e autoridades locais. O projeto prevê um complexo com cerca de 58 hectares, equivalente a aproximadamente 143 acres, para suprir parte da demanda elétrica da região.
O vereador Andrew Eade, da Telford and Wrekin, afirma que o terreno aberto cortaria caminhos históricos e direitos de passagem, gerando impactos negativos na paisagem natural de Lilleshall. Segundo ele, há preocupação com a perda de áreas agrícolas em favor da instalação.
A empresa por trás da iniciativa, Greenvolt Power, sustenta que a instalação atenderia a cerca de 11 mil imóveis anualmente e poderia trazer benefícios à biodiversidade em comparação com a agricultura intensiva. Afirmam ainda que o terreno será devolvido à atividade agrícola após o término da vida útil do parque.
Eade criticou a proposta, afirmando que o empreendimento pode afetar de forma significativa o patrimônio natural de Lilleshall, além de reduzir terras agricultáveis. Ele contesta que a devolução do terreno à agricultura após 40 anos não compensa a perda permanente de uso.
A consulta pré-implementação está marcada para ocorrer em 25 de junho, no Memorial Hall de Lilleshall, como parte do processo de participação pública. A informação foi apurada pelo Local Democracy Reporting Service, que acompanha governos locais e serviços públicos.
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