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Pedido de fazenda solar do tamanho de Heathrow é retirado

Aplicação para Kingsway Solar Farm, tamanho Heathrow, é retirada; poderia abastecer cento e setenta e cinco mil residências e aguardava decisão final do secretário de Energia Ed Miliband

BBC A banner which states "3,700 acre solar farm here??" and "No Way Kingsway", hung on a hedge.
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  • A solicitação para a Kingsway Solar Farm, comparada ao tamanho do aeroporto de Heathrow, foi retirada; o projeto cobriria mais de 3.000 acres de terras em Cambridgeshire.
  • A usina solar pretendia fornecer energia para até 175 mil residências.
  • O empreendimento foi classificado como Nationally Significant Infrastructure Project ( NSIP ), o que conferiria a decisão final ao secretário de Energia.
  • Moradores e autoridades locais questionaram o processo de consulta, alegando que as informações foram apresentadas de forma rápida ou unidirecional, dificultando a avaliação dos impactos.
  • A Kingsway Solar Farm Limited enviou uma carta ao Planning Inspectorate formalizando a retirada da candidatura; ainda não foi divulgado o motivo.

Um projeto de fazenda solar alvo de críticas foi retirado. A Kingsway Solar Farm pretendia ocupar mais de 3 mil acres de terra em Cambridgeshire, no leste da Inglaterra, para abastecer até 175 mil domicílios. A proposta foi retirada antes da decisão final prevista.

A iniciativa, classificada como Projeto de Infraestrutura Nacionalmente Significativa (NSIP), exigiria a autorização final do secretário de Energia, Ed Miliband. Os promotores comunicaram formalmente a retirada ao Planning Inspectorate por meio de uma carta de uma página, sem ainda divulgar o motivo.

Vizinhança e autoridades locais pressionaram contra o projeto. Os municípios de Balsham, West Wratting, Weston Colville e Weston Green temiam impactos visuais e de infraestrutura, e críticas apontaram que a consulta pública foi principalmente procedural. Delegações locais destacaram falhas na partilha de informações técnicas e ambientais em estágios-chave.

Motivos e reações

Representantes de South Cambridgeshire afirmaram que o material de consulta dificultava entender a escala dos efeitos significativos. Alegaram que agendas e atas eram entregues com curto prazo ou retificadas posteriormente. Técnicas de avaliação ambiental foram consideradas incompletas pelos gestores locais.

Um morador de Reach relatou que houve falhas na escuta das preocupações, além de questionar a viabilidade de duas linhas de fosso Anglo-Saxon e a presença de torres de transmissão. Os contatos com a Kingsway não obtiveram resposta até o momento. A empresa não comentou oficialmente a retirada.

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