- Planejado parque eólico offshore Spiorad na Mara (SnM) ficaria a até 60 turbinas, com altura de cerca de 300 metros, off the west coast of Lewis, nas Western Isles.
- A empresa desenvolvedora Northland Power afirma que o projeto geraria energia suficiente para atender às necessidades anuais médias de mais de um milhão de casas.
- Oficiais de planejamento recomendam aos vereadores que se manifestem contra o empreendimento, citando impacto ambiental, paisagístico e no cenário marinho.
- O relatório aponta que haveria dano à caracterização, qualidade e aproveitamento da costa noroeste da Ilha de Lewis, e não haveria mitigação aceitável.
- A avaliação de impacto ambiental apresentada pela Northland Power é questionada, e a decisão final caberá ao governo da Escócia devido à escala do projeto.
A equipe de planejamento das Western Isles recomenda que os vereadores se oponham ao grande parque eólico offshore previsto na costa oeste da Ilha de Lewis. O projeto Spiorad na Mara (SnM) pode ter até 60 turbinas, com altura estimada de cerca de 300 m. A desenvolvedora Northland Power afirma que a energia gerada poderia atender à demanda média anual de mais de um milhão de residências.
O relatório de planejamento será discutido na próxima reunião do conselho. Segundo o documento, há evidências de que o empreendimento prejudicaria o caráter, a qualidade e a apreciação da costa noroeste da Ilha de Lewis. O relatório afirma que o dano seria inaceitável e não haveria forma de mitigá-lo.
O órgão também questiona a avaliação ambiental apresentada pela Northland Power. A consulta indica que o estudo não permitiria uma avaliação robusta dos potenciais impactos ambientais significativos do projeto como um todo.
A Northland Power informou que está ciente da recomendação aos vereadores, mas não comentou detalhadamente no estágio atual. A empresa diz manter o foco na transição para energia limpa e em benefícios de longo prazo para a região, mantendo o diálogo com comunidades e partes interessadas durante o processo.
A decisão final sobre o pedido cabe ao governo da Escócia devido à escala do projeto.Até lá, o andamento do processo depende das próximas deliberações oficiais e das avaliações técnicas em curso.
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