- Um pescador reboou um tubarão branco raro nas praias de Nantucket, em uma abordagem de captura e soltura.
- O vídeo mostra Elliot Sudal puxando o animal da água pela cauda, removendo o anzol e devolvendo-o ao mar em cerca de quinze segundos.
- Sudal diz não ter ido atrás do tubarão branco e que a captura foi acidental; o animal é listado como vulnerável pela União Internacional para Conservação da Natureza.
- A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) informa que tubarões brancos não podem ser capturados por pescadores, embora ocorram capturas acidentais; a quantidade no litoral dos EUA é desconhecida.
- Ele pediu que outros pescadores aprendam com a experiência, usem equipamento adequado, anzol de círculo sem barbilha e façam a soltura rapidamente, além de participar de programas de marcação.
O pescador de Nantucket capturou temporariamente uma grande branca rara em uma praia da ilha, no domingo. O encontro ocorreu durante uma saída de pesca de rotina, com o animal sendo recolhido pelas costas do surf, içado pelo rabo, sem ser retido por longas medidas, e devolvido ao oceano em cerca de 15 segundos.
O vídeo, publicado pelo angler no Instagram, mostra o momento em que a rede é removida, o anzol é retirado e o animal é devolvido rapidamente. A gravação gerou reação de espectadores que acompanhavam a cena na orla.
Sudal descreveu que não havia intenção de capturar a espécie, listada como vulnerável pela IUCN, e disse ter ficado curioso para registrar a prática de captura e soltura segura. Ele afirmou ainda que nunca tinha pego uma grande branca em 13 anos de pesca na região.
Contexto regulatório e recomendações
Segundo a NOAA, grandes brancos não podem ser desembarcados por pescadores, embora sejam capturados acidentalmente com alguma frequência. O órgão aponta que a população total na região dos EUA é desconhecida, mas a espécie permanece sob vigilância.
Sudal reforçou orientações para a prática responsável entre pescadores que atuam na região. Entre as recomendações estão o uso de tackle pesado, anzóis sem ponta para facilitar a soltura, e a soltura imediata do animal. Também pediu a participação em cursos online e em programas de marcação para entender o impacto da atividade marinha.
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