- EDF UK e PS Renewables comunicaram à Planning Inspectorate que vão solicitar consentimento para o South Brooks Solar Farm, em Romney Marsh, com cinco sítios, com pedido previsto para início de 2027.
- O projeto de energia solar e baterias poderia abastecer mais de 140 mil residências por ano e ter duração de cerca de 60 anos.
- Após feedback, os promotores reduziram a área de implantação em 20% e ampliaram áreas destinadas à ecologia e ao paisagismo.
- A participação pública pode ser feita online ou em eventos presenciais, em junho e julho.
- Moradores locais têm apresentado oposição, com grupos questionando se a marisma é adequada para esse tipo de infraestrutura energética.
A EDF e a PS Renewables anunciaram formalmente às autoridades de planejamento que vão buscar consentimento de desenvolvimento para um grande projeto solar em Kent. O South Brooks Solar Farm será desenvolvido em cinco sítios na Romney Marsh.
As entidades enviaram uma carta ao Planning Inspectorate informando a intenção de requerer consentimento, necessário para projetos acima de 50 MW, no início de 2027. O plano inclui instalação de painéis solares e baterias.
O projeto, integrado a outros empreendimentos solares na Romney Marsh, tem enfrentado resistência de moradores locais. A oposição questiona impactos ambientais e o uso da área de marshland.
Anteriormente, os representantes solicitaram contribuições públicas sobre a proposta, que, segundo os promotores, pode abastecer mais de 140 mil domicílios por ano e manter-se operando por 60 anos.
Os desenvolvedores indicaram que reduziram a área desenvolvida em 20% e aumentaram a área reservada para ecologia e paisagismo após o retorno da comunidade. As mudanças visam mitigar impactos.
A fase de participação pública envolve envio de contribuições online e eventos presenciais previstos para junho e julho. As reuniões ocorrerão em locais a serem divulgados.
Matthew Boulton, diretor de solar, storage e private wire da EDF Reino Unido, destacou que o processo de consulta é parte vital do desenho do empreendimento e que a empresa continuará dialogando com a comunidade para refinar o plano.
Matt Hazell, diretor da PS Renewables, afirmou que a melhor utilização da capacidade de rede disponível na região proporcionaria benefícios ambientais e para a comunidade local.
Amanda Farrant, co-diretora da Hands Off Our Marsh, voltou a questionar se há consentimento para o projeto, sinalizando que a população quer saber se a área de marshland é adequada para uma infraestrutura energética tão extensa, além de participação efetiva sobre o assunto.
Entre na conversa da comunidade