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Caçadores de pegadas de dormice iniciam segunda busca

Voluntários retomam a busca por musaranhos em Stoke Common, com túneis de papel para registrar pegadas e orientar o manejo ambiental

Volunteers use tunnels with paper and an ink-pad to monitor wildlife footprints
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  • Voluntários iniciaram uma segunda oportunidade de monitorar dormice em Stoke Common Park, Eastleigh, após a primeira investigação no ano passado não localizar os animais.
  • Eles usam túneis pretos simples com papel e uma placa para registrar pegadas dos mamíferos quando passam pelos túneis.
  • O objetivo é coletar informações para orientar o manejo do terreno e beneficiar a fauna local, incluindo a criação de possíveis corredores ecológicos.
  • O grupo volta a cada quinze dias para trocar o papel e checar pegadas; é permitido fazer a coleta sem licença específica, conforme explicado pelo voluntário.
  • A administração municipal comprou a área em dois mil e vinte e dois para evitar o escoamento de nutrientes até o rio Itchen, e os responsáveis destacam a importância do monitoramento para planos futuros de recuperação de habitats.

Voluntários iniciaram uma segunda busca, após dois anos, por dormice em um antigo terreno de cultivo em Eastleigh. O grupo usa túneis pretos com uma faixa de papel e uma almofada interna para registrar pegadas dos animais ao passar pelas passagens.

O local é Stoke Common Park, em Eastleigh, adquirido pela Eastleigh Borough Council (EBC) em 2022 para virar parque público. A iniciativa visa entender como gerenciar a área para beneficiar a fauna local.

Ação de monitoramento e expectativa

O grupo retorna a cada duas semanas para trocar o papel e checar pegadas. O objetivo é que dormice cruzando galhos deixem pegadas sobre o papel, marcado com óleo de oliva e carvão na passagem.

O líder voluntário de monitoramento, Steve Grundy, destacou que áreas com cercas vivas de diferentes alturas e matagais, como amoreiras, são pontos de maior interesse para a passagem dos animais. O acompanhamento é sem necessidade de licença.

Impacto para o manejo do parque

O gerente de Ecologia da EBC, Dr. Paul Howe, explicou que os dados ajudam a definir a gestão futura do terreno, incluindo possíveis corredores de habitat entre bosques antigos dentro do parque.

Howe ressaltou que o conhecimento sobre as espécies presentes orienta planos de manejo, como a criação de conectores entre bosques para facilitar a movimentação da fauna e a recuperação de habitats.

Observação sobre o projeto

Grundy, que atua como fotógrafo de vida selvagem, e a equipe voltam com regularidade para ampliar o registro de espécies. O esforço não envolve contato direto com dormice nem interferência em seus ninhos sem licença, conforme planejamento do projeto.

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