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Nove mortos em mina ilegal em Sumatra após deslizamento, ouro continua em alta

Nove mortos em desabamento de garimpo ilegal de ouro em Guguk, Sumatra Ocidental, após chuva intensa; três sobreviventes e alerta sobre riscos contínuos

The site of an illegal gold mine in Sijunjung Regency where a landslide occurred, killing nine people.
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  • No dia 14 de maio, deslizamento causado por forte chuva matou nove trabalhadores em uma mineração de ouro ilegal na vila Guguk, oeste de Sumatra; três pessoas sobreviveram.
  • O deslizamento ocorreu após chuva intensa que atingiu um penhasco de 30 metros na lavra ilegal.
  • Autoridades disseram que avisos para interromper as atividades foram ignorados e que a alta cotação do ouro continua atraindo pessoas para o trabalho arriscado.
  • No dia anterior, 13 de maio, cheias arrastaram dezenas de balsas usadas por mineradores ilegais perto da confluência dos rios Batang Sinamar, Batang Ombilin e Batang Kuantan; no dia seguinte ocorreu o deslizamento fatal.
  • Organizações ambientais apontam que a mineração ilegal atua em toda a região, com estimativas de até três centenas de minas abertas na província; governo avalia formalizar por meio de licenças comunitárias para atividades mineiras.

Dois–três parágrafos introdutórios de texto antes de qualquer subtítulo.

No dia 14 de maio, uma chuva forte provocou o desabamento de um penhasco de 30 metros em uma Mina de Ouro ilegal em Guguk, no interior de West Sumatra. Nove trabalhadores morreram, três foram resgatados com vida. Susmelawati Rosya, porta-voz da polícia da região, confirmou as informações.

Minasterras envolvidas: os trabalhadores ignoraram avisos para interromper as atividades durante a chuva persistente, segundo autoridades locais. Zainal, chefe da vila de Guguk, afirmou que a comunidade, de etnia Minangkabau, foi alertada, mas continuou a operação.

Contexto

As formações de rios na região têm atraído atividades ilegais de garimpo há anos. A prática intensificou-se com a alta do preço do ouro no mercado global, que superou os US$ 5 mil por onça em maio de 2026.

A atuação irregular ocorre em meio a uma disputa de terras e recursos: a região abriga um Karst de cerca de 350 milhões de anos, que está sendo proposto como geoparque global pela UNESCO. Além disso, vale mencionar o contexto de desastres ligados à atividade minerária.

De acordo com a Walhi, a maior ONG ambiental da Indonésia, houve 48 mortes de trabalhadores em minas ilegais nos últimos 15 anos em West Sumatra. A organização alerta para números potenciais mais altos devido à natureza informal das operações.

Autoridades lembram que colisões entre inundações, deslizamentos e plataformas improvisadas têm sido recorrentes na região, especialmente durante a estação chuvosa. A situação se agrava pela atuação de mineração artesanal com uso de maquinário pesado e ausência de regulamentação.

Observa-se ainda que, desde novembro do ano anterior, ciclones e inundações atingiram várias áreas de Sumatra, elevando o saldo de vítimas e deslocados. Em West Sumatra, o balanço de mortes em eventos climáticos atingiu centenas de pessoas.

Em maio, registrou-se também apreensão de ouro no Aeroporto Halim, em Jacarta, com destaques de mais de 190 kg de ouro, avaliados em milhões de dólares. Investigações sugerem origem ligada a garimpos ilegais.

Estimativas oficiais apontam que há até 300 minas ilegais operando na província, com impacto financeiro público estimado em trilhões de rúpias. Autoridades estudam caminhos para legalizar parte das atividades por meio de permissões comunitárias.

Vizinhanças da tragédia destacam os riscos para comunidades locais, com danos ambientais significativos a rios e florestas, segundo especialistas e moradores. A dinâmica entre pobreza, preço do ouro e fiscalização continua a desafiar políticas públicas.

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