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Plano para monitorar sinais de rata-d’água ameaçada

Caixas de monitoramento artesanais acompanham o declínio do rato-d’água em Shropshire, com financiamento de £1,500 para mapear a presença local

Stuart Edmunds came up with the prototype for the conservation boxes
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  • Grupo de mamíferas de Shropshire usa caixas de monitoramento feitas pelo próprio grupo para acompanhar a queda da população do rato-d’água na região.
  • O projeto recebeu um financiamento de £ 1,5 mil da Shropshire Hills National Landscape para apoiar a iniciativa.
  • Serão instaladas oito caixas: quatro em Cudwell Meadow, Church Stretton, e quatro no Long Mynd, sul de Shropshire.
  • O objetivo é medir se os números no condado são semelhantes aos do restante do Reino Unido.
  • O presidente do grupo, Stuart Edmunds, diz que mudanças climáticas e perda de habitat afetam a espécie, e que, nos próximos cinco anos, o foco é mapear a presença no condado e proteger os habitats.

Caixas de monitoramento artesanais passam a acompanhar a queda no número de water voles em Shropshire. O esforço utiliza métodos simples para registrar sinais da espécie, que vive em áreas alagadas e margens de rios.

Segundo a Mammal Society, mais de 90% dos water voles foram perdidos no país desde os anos 1970. O declínio reforça a necessidade de ações de conservação e monitoramento contínuo.

A Shropshire Mammal Group utiliza as caixas financiadas por um aporte de 1.500 libras do Shropshire Hills National Landscape. O objetivo é comparar a evolução dos números no condado com o restante do Reino Unido.

Conservacionistas descrevem o water vole como um “engenheiro de ecossistema” por abrir tocas nos cursos d’água e favorecer a aeração do solo. A espécie tem enfrentado queda de hábitat devido a mudanças climáticas.

O projeto prevê a instalação de oito caixas: quatro em Cudwell Meadow, Church Stretton, e quatro no Long Mynd, no sul de Shropshire. A equipe afirma que os dispositivos podem fornecer dados confiáveis sobre a presença da espécie.

O ideal é comprovar a produtividade das caixas para obter mais recursos. O coordenador, Stuart Edmunds, aponta que a coleta de dados tradicionais envolve buscas intensas por sinais em vegetação densa, o que é difícil.

Nos próximos cinco anos, a meta é mapear onde os water voles estão no condado e, com isso, orientar ações de proteção de seus habitats, incluindo a recuperação de áreas de juncais, gramíneas longas e pântanos.

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