- O presidente Donald Trump pretende revogar proteções de espécies ameaçadas no Golfo do México por meio da chamada “God squad”, alegando motivos de segurança nacional.
- A reunião da comissão, formada por sete chefes de agências, está marcada para 31 de março; se cinco votos forem favoráveis, as proteções podem ser removidas para o projeto em análise.
- A medida pode afetar dezenas de espécies protegidas, incluindo baleias Rice’s, garças e tartarugas marinhas, segundo críticos.
- A iniciativa não teria sido solicitada pela indústria de óleo e gás, o que levanta dúvidas sobre a motivação e gerou ação judicial da Center for Biological Diversity para impedir a reunião.
- Responsáveis e opositores divergem sobre a relação entre segurança nacional e proteção ambiental; críticos afirmam que não há evidência de ameaça real e citam impactos históricos, como o derramamento Horizon Deepwater de 2010.
Donald Trump pretende revogar proteções de espécies ameaçadas no Golfo do México por meio do que é conhecido como o “God squad”. O objetivo é ampliar operações de petróleo e gás sob a justificativa de segurança nacional.
O grupo, formado por chefes de agências, pode suspender, temporariamente, as proteções previstas pela Lei de Espécies Ameaçadas. A ideia é avaliar se os benefícios de um projeto superam a sobrevivência da fauna protegida.
A reunião está marcada para 31 de março, conforme divulgação oficial. O grupo pode aprovar a exceção, abrindo caminho para atividades no Golfo, inclusive exploração e transporte de petróleo e gás.
Medidas e impactos
Entre as ações em avaliação, há a possibilidade de ignorar regras que orientam velocidade de embarcações e monitoramento de baleias no leste do Golfo. A iniciativa não partiu de empresas específicas, segundo críticos.
O Centro para Diversidade Biológica contestou a convenção do grupo, alegando falta de transparência e violação de protocolo. A organização já acionou a Justiça para impedir a reunião.
Defensores da vida silvestre ressaltam que a população de baleias Rice pode estar em risco de extinção, assim como guamás, garças e tartarugas. O histórico de acidentes no Golfo é citado como agravante.
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