- Pela primeira vez em mais de quatro décadas, rinocerontes brancos-do-sul são reintroduzidos no Parque Nacional Kidepo Valley, no nordeste da Uganda. Dois vivem ali, como início de um grupo de oito animais.
- O último rinoceronte da região foi morto em 1983, e a espécie ficou extinta na natureza do país por décadas.
- A operação de translocação envolve um santuário protegido com cercas perimetrais, estradas, zonas de fogo, instalações para guardas, sistemas de água e monitoramento para proteção dos animais.
- Os dois rinocerontes vieram de uma fazenda particular em Nakasongola, cerca de cem quilômetros ao norte de Kampala, onde a reprodução está ocorrendo desde 2005.
- A caça ilegal continua sendo desafio na Uganda; autoridades prendem suspeitos de contrabando de para fora de rinoceronte, e a IUCN classifica o rinoceronte branco-do-sul como “quase ameaçado”, com pouco mais de dez mil indivíduos em 2020.
Pelo menos dois antílopes de tamanho imponente voltaram a vagar pela savana próxima a Uganda. A Uganda Wildlife Authority confirmou que, na terça-feira, dois rinocerontes brancos do sul chegaram ao Parque Nacional do Vale do Kidepo, como parte de um programa de reintrodução.
Esse marco marca o retorno de rinocerontes ao parque pela primeira vez em mais de quatro décadas. O último rinoceronte registrado em Kidepo foi abatido em 1983, e a espécie ficou extinta na natureza no Uganda durante esse período.
A operação envolveu o traslado de dois animais de um rancho particular em Nakasongola, a cerca de 100 km ao norte de Kampala. O rancho mantém programa de criação desde 2005, quando importou quatro rinocerontes do sul do Quênia.
Situação atual e contexto
A UWA informou que o reestabelecimento da população foi pensado com base em um estudo sobre habitat, necessidades ecológicas e segurança. O parque conta com cercas, vias de acesso, zonas de combate a incêndios, instalações para guardas e monitoramento.
Segundo a agência, o objetivo é criar um santuário seguro, com infraestrutura para proteção e manejo dos animais. O projeto também envolve monitoramento constante para evitar novas ameaças de caça furtiva.
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