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Reciclar arranha-céus se torna opção mais viável que demolir

Reforma de arranha-céus ganha viabilidade frente à demolição, com redução de carbono e regulações impulsionando a economia circular

Vista do horizonte do Distrito Financeiro através do Canal de Fort Point em Boston, Massachusetts
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  • Dez por cento de quarenta mil edifícios altos no mundo estão chegando ao fim da vida útil, tornando a reforma uma opção cada vez mais viável.
  • A tendência é priorizar a reutilização da estrutura existente para reduzir carbono e custos, em vez de demolição.
  • Um exemplo é a Quay Quarter Tower, em Sydney, com 49 andares; 65% da estrutura e 98% do núcleo foram mantidos, poupando mais de 12 mil toneladas de carbono.
  • Reguladores e fornecedores europeus, com uso de inteligência artificial e imagens em 3D, ajudam a tornar a modernização mais previsível e econômica.
  • Em Westminster e na City de Londres, há pressão para demonstrar cenários de reforma versus demolição, destacando impactos ambientais, custo e bem-estar da comunidade, como no edifício 105 Victoria Street.

Por que reciclar arranha-céus ganha espaço. Dados globais apontam que cerca de 10% dos 40 mil edifícios altos estão perto do fim da vida útil, impulsionando retrofit frente à demolição. Regulamentações mais rígidas, custo de materiais e ganhos de carbono ajudam a tendência.

No cenário atual, a reutilização de estruturas já existentes aparece como opção viável para projetos de grande porte. O foco é manter o máximo possível da construção original, modernizando com intervenções eficientes e menos impacto ambiental.

Casos e impactos práticos

Um exemplo notório é a Quay Quarter Tower, em Sydney, de 49 andares, inaugurada em 1976. Em 2011, o edifício foi convertido em peça central de um centro cultural mantendo parte significativa da estrutura. A reforma preservou 65% da estrutura e 98% do núcleo, resultando em redução de mais de 12 mil toneladas de carbono incorporado.

A equipe envolvida incluiu a Dexus e coproprietários, com apoio de Arup, 3XN, BVN, BG&E e Multiplex. A iniciativa demonstrou que soluções digitais, como modelos 3D e IA, ajudam a demonstrar viabilidade econômica da reforma, com ganhos de custo e sustentabilidade.

Tendências globais e perspectivas locais

Especialistas apontam que o amadurecimento da economia circular ganhou impulso, com fornecedores europeus buscando reprocessar vidro e criar módulos reutilizáveis. A IA reduz a incerteza de custos da modernização, fortalecendo a atratividade econômica da reforma frente à demolição.

No Reino Unido, mudanças regulatórias e pressões de mercado aceleraram a adoção de estratégias de remodelação. Profissionais destacam a importância de avaliar vários cenários, desde reformas simples até novas construções, com análise de impactos ambientais e viabilidade econômica.

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