- A Universidade de Southampton decidiu tornar menus à base de plantas a opção padrão em suas instalações de alimentação, a partir do início do ano letivo de 2026/27.
- Os estudantes poderão escolher incluir produtos de origem animal apenas se optarem por isso.
- A decisão foi tomada pelo conselho estudantil no dia 19 de fevereiro, após mais de 950 assinaturas em uma petição lançada no início de fevereiro.
- A iniciativa faz parte de uma campanha promovida pela rede Plant-Based Universities, que defende catering 100% plant-based em universidades.
- Especialistas e gestores da universidade ressaltaram que a mudança está alinhada com evidências científicas sobre impactos ambientais da produção de carne e leite.
A University de Southampton vai tornar menus à base de plantas o padrão nos seus espaços de alimentação da união estudantil, a partir do começo do ano letivo de 2026/27. A mudança obriga consumidores a optarem por produtos de origem animal apenas se desejarem incluí-los.
A decisão foi tomada pelo conselho estudantil em 19 de fevereiro. A iniciativa recebeu apoio de estudantes, com mais de 950 assinaturas numa petição lançada no início de fevereiro.
A medida segue a campanha Plant-Based Universities, que defende catering 100% vegetal em universidades e contaram com apoio de organizações ambientais. A mudança alinha-se a pesquisas que apontam impactos ambientais de sistemas de produção de proteína animal.
Impacto ambiental
Segundo a universidade, a produção de alimento é responsável por cerca de um quarto das emissões globais de gases de efeito estufa. O aumento de dietas com maior participação de plantas é apresentado como caminho para reduzir emissões e preservar recursos naturais.
Apoio acadêmico e institucional
Becks Spake, professora associada de clima e mudanças ambientais, destaca que a decisão reflete responsabilidade climática e evidências científicas sobre dietas plant-based. Estudantes e entidades ambientalistas ressaltam a importância do tema.
Contexto institucional
A Universidade de Southampton já integra outras instituições que adotam o modelo vegano em parte do serviço de alimentação. A mudança busca incentivar escolhas alimentares com menor impacto ambiental entre a comunidade universitária.
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