- Quatro juízes, incluindo um indicado por Trump,喔emitiram decisões temporárias que bloqueiam ações do interior para interromper cinco projetos eólicos offshore em Virginia, Nova York e New England, já avançados e com custos bilionários.
- A administração publicou ordens de emergência para manter abertas cinco usinas a carvão antigas em Washington, Michigan e outros estados, com reparos caros e sujeitos a contestações estaduais.
- Especialistas e democratas criticam as políticas, afirmando que bloqueios a projetos eólicos e a revitalização de usinas a carvão aumentam o custo da energia e prejudicam o meio ambiente. Naomi Oreskes, professora da Harvard, destacou esse impacto em custos diretos e indiretos.
- Expansão das exportações de gás natural liquefeito (LNG) é apontada como contribuinte para a alta de preços domésticos de energia; parlamentares e organizações defenderam projetos de lei para reduzir exportações e baixar contas.
- Ainda assim, dados oficiais indicam que, em dois mil e vinte e cinco, cerca de noventa e três por cento da nova capacidade geradora veio de solar, eólica e baterias, por serem mais baratas.
A administração de Donald Trump intensificou a agenda a favor de combustíveis fósseis, inclusive carvão, enquanto busca desincentivar energia eólica e solar. A postura contrasta com ações de cortes de regras ambientais, provocando críticas de tribunais, especialistas e democratas. A cobrança é de que isso elevaria o custo da energia e agravaria a crise climática.
Na prática, quatro juiz(es) — incluindo um indicado por Trump — suspenderam temporariamente movimentações do interior para interromper obras de cinco projetos eólicos offshore na Virgínia, Nova York e na região nordeste. Os projetos estavam em estágio avançado e envolvem investimentos bilionários.
Em paralelo, autoridades de energia da administração interromperam, no ano passado, ordens de emergência para manter em funcionamento cinco usinas a carvão em Washington, Michigan e outros estados. Fontes apontam que reparos podem custar caro e que estados contestam as medidas federais.
As críticas ressaltam que bloquear projetos de vento já prontos para operar e reativar usinas de carvão pode elevar encargos aos consumidores, além de impactos indiretos como poluição do ar e danos ao clima. Avalia-se também o aumento das exportações de gás natural liquefeito LNG.
Desdobramentos e custos
Especialistas destacam que o aumento das exportações de LNG tende a pressionar tarifas domésticas de energia, com democratas do Senado propondo limitar tais exportações para conter as contas de luz. Dados federais apontam elevação de preços de energia para famílias.
O Ministério da Energia destaca que as políticas devem atender à demanda crescente por energia, incluindo grandes centros de dados, e evitar blecautes. Analistas consideram, porém, que a expansão de fontes como vento e solar seria mais rápida e barata.
Outros relatos apontam que a estratégia pró-fossil foi acompanhada de esforços para ampliar investimentos privados no setor, com doações relevantes para aliados políticos. A imprensa acompanha a atuação de um grupo de produtores de energia na pressão por reformas.
Reação de especialistas
Pesquisadores de direito ambiental afirmam que ações ideológicas e dependentes de doadores parecem curtas-sighted, já que energia eólica e solar são hoje as opções mais rápidas e baratas para ampliar a geração. Reguladores buscam equilíbrio entre custo e confiabilidade.
A avaliação de analistas é de que a política de coalização com interesse comercial pode elevar custos sem demonstrar benefício claro para a confiabilidade do sistema. Opinam que reguladores devem ponderar acessibilidade aos consumidores.
Democratas e especialistas reforçam críticas a medidas contra a energia eólica, ressaltando impactos financeiros diretos aos consumidores. Em paralelo, vozes favoráveis à expansão de LNG defendem políticas para manter a competitividade energética doméstica.
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