- Tatiana Celia Kennedy Schlossberg, neta do presidente John F. Kennedy, morreu aos 35 anos, segundo a família.
- Em novembro, ela anunciou ter leucemia, um tipo de câncer de sangue agressivo, com prognóstico de menos de um ano.
- Jornalista ambiental e mãe de dois filhos, descreveu, no tratamento, dois transplantes de células, quimioterapia e imunoterapia.
- O relato incluiu críticas às políticas de saúde de seu primo, Robert F. Kennedy, então secretário de Saúde, e o apoio de médicos, do marido e de familiares.
- Nascida em Manhattan em 1990, estudou em Yale e Oxford e atuou no The New York Times; publicou livro sobre consumo e impacto ambiental.
Tatiana Schlossberg, neta do ex-presidente John F. Kennedy, faleceu aos 35 anos nesta terça-feira. A família anunciou a morte nas redes sociais, sem detalhar a causa, mas confirmou que a jovem enfrentava um câncer.
Em novembro, Schlossberg revelou em um texto na revista The New Yorker que padecia de um tipo agressivo de leucemia. No artigo, criticou políticas de saúde associadas ao governo de seu primo, Robert F. Kennedy, então secretário de Saúde dos EUA.
A jornalista ambiental, mãe de dois filhos, informou que o diagnóstico foi feito após o parto de sua filha mais nova em maio do ano anterior. Os médicos indicaram prognóstico reservado, com possibilidade de menos de um ano de vida.
A trajetória profissional de Schlossberg incluiu passagens pelo The New York Times, onde atuou inicialmente na editoria local e depois na editoria de ciência, com foco em meio ambiente. Ela passou a escrever sobre temas com implicações políticas.
Casada, a jovem descreveu, no texto, tratamentos que envolviam transplantes de células-tronco, quimioterapia e imunoterapia. Revelou ainda apoio recebido por médicos, enfermeiras e familiares durante o período.
Filha de Caroline Kennedy, a única filha viva de JFK, Schlossberg nasceu em Manhattan em 1990. Graduou-se em história pela Yale University e pela University of Oxford, antes de iniciar a carreira jornalística.
Sua vida profissional também incluiu a publicação de um livro sobre consumo e impacto ambiental. Na época, ela destacava a importância de políticas que enfrentassem as mudanças climáticas e o papel do cidadão nessa agenda.
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