Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Processo contra ministro australiano por não agir sobre espécies ameaçadas

A Wilderness Society ajuíza ação para obrigar a ministra do Meio Ambiente a criar planos de recuperação para ao menos doze espécies ameaçadas na Austrália

Baudin’s black-cockatoo
0:00
Carregando...
0:00
  • A Wilderness Society processa a ministra do Meio Ambiente da Austrália, Tanya Plibersek, alegando falha em criar planos de recuperação para diversas espécies ameaçadas.
  • A ação é na Justiça Federal, movida pela The Wilderness Society com apoio legal da Environmental Justice Australia, que acusa a ministra de não cumprir deveres legais.
  • Segundo a legislação, planos de recuperação devem ser criados e implementados para animais à beira da extinção; apenas 2% dos planos foram concluídos no prazo desde 2013, conforme auditoria de 2022.
  • Pelo menos doze espécies devem ter planos de recuperação, incluindo o cacatuí-baidim (Baudin’s black-cockatoo) e o gavião-de-cauda-vermelha (red goshawk), além de iconografias como o vombate-da-serra (southern greater glider) e o graxaim (central greater glider).
  • A ministra não comentou devido ao processo, mas afirmou ter aumentado o financiamento para parques nacionais negligenciados e para a Grande Barreira de Corais.

A Wilderness Society processa o Ministério do Meio Ambiente da Austrália, alegando falha em criar planos de recuperação para espécies ameaçadas. A ação é movida no tribunal federal e envolve Tanya Plibersek, ministra atual, e seus antecessores. O objetivo é obrigar o governo a adotar planos formais de recuperação.

A sociedade de defesa do ambiente é representada pela Environmental Justice Australia. Os advogados afirmam que, conforme a Lei de Proteção Ambiental e Biodiversidade, a ministra tem obrigação legal de planejar e executar estratégias para espécies em risco de extinção.

A ação destaca que, desde 2013, apenas 2% dos planos foram concluídos dentro do prazo de três anos. O dado vem de um relatório do auditor-geral de 2022, citado pela Environmental Justice Australia.

Entre as espécies requeridas para planos de recuperação estão o Baudin’s black-cockatoo, com queda populacional superior a 50% desde os anos 1960, e o red goshawk, a águia de rapina mais rara do país, com menos de 1.400 indivíduos jovens.

Outras espécies citadas são o southern greater glider e o central greater glider, marsupiais que perderam habitat em função do desmatamento, da expansão agrícola e de queimadas. O conjunto avalia impactos diretos sobre a fauna australiana.

A ministra não comentou o caso, citando o andamento do processo. Em nota separada, Plibersek informou aumento de recursos para parques nacionais negligenciados e para a Grande Barreira de Corais.

Especialista ouvido pela imprensa destacou que a limitação de recursos levou o governo a priorizar conselhos de conservação em vez de planos com peso legal. Segundo ele, planos robustos podem permitir recusa a projetos que prejudiquem espécies protegidas.

O processo busca obrigar a criação de planos de recuperação para pelo menos 12 espécies ameaçadas, fortalecendo salvaguardas contra atividades como mineração e ocupação de território.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais