- Metade dos pastores protestantes nos EUA diz que sua igreja vai comemorar os 250 anos do país, incluindo 16% que concordam fortemente.
- 45% acham importante incluir elementos patrióticos nas celebrações da semana do 4 de julho, enquanto 53% discordam.
- Pastores mais velhos apoiam mais essa abordagem: 63% entre 65 anos ou mais, frente a 29% entre 44 anos ou menos.
- As ações mais comuns são: reconhecer veteranos vivos (62%), homenagear famílias com integrantes no serviço militar (59%), incluir música especial (55%) e reconhecer famílias de militares falecidos (51%).
- Diferenças por denominação e local: pentecostais e batistas são mais propensos a incluir elementos patrióticos; igrejas urbanas tendem a discordar mais que as rurais.
Nos Estados Unidos, metade dos pastores protestantes afirma que suas igrejas vão celebrar os 250 anos da nação. O estudo de Lifeway Research aponta que 50% dos pastores consideram fazer algo especial neste aniversário, com 16% concordando fortemente.
Quase metade também vê importância em incluir elementos patrióticos na liturgia durante a semana do 4 de julho, embora haja menos entusiamo do que em anos anteriores. 45% avaliam essa incorporação como relevante; 16% concordam fortemente.
O levantamento mostra queda no peso da pauta patriótica. Em 2021, 56% viam elementos patrióticos como importantes; em 2016 esse índice era de 61%. Hoje, 53% discordam ou não veem necessidade nesse sentido.
Perfil dos pastores e tendências
Dados indicam que pastores mais velhos valorizam mais os elementos patrióticos. Entre 65 anos ou mais, 63% defendem incluir tais elementos; entre 55-64 anos, 56%; entre 45-54 anos, 41%.
Demoninações mostram variações: Pentecostais (64%), Batistas (53%) e Metodistas (49%) tendem a incluir mais, enquanto Lutera e Reformed apresentam menores proporções (32% e 29%). Áreas urbanas são mais favoráveis que as rurais (54% vs. 45%).
Motivos e prioridades
Quando há alterações na liturgia do fim de semana do 4 de julho, a prioridade é homenagear militares e famílias. Cerca de 62% reconhecem veteranos vivos e 59% pessoas com familiar servindo. Música especial de celebração aparece em 55%, e quem perdeu entes queridos no serviço chega a 51%.
Pouco mais de 28% mencionam outras cerimônias ou mudanças adicionais na celebração. Apenas 15% dizem não adicionar nada especial em comparação a semanas comuns. Menos de 1% não têm opinião sobre o tema.
Percepção sobre o amor à nação
Ainda há preocupação entre alguns pastores de que o amor pela nação supere o amor por Deus. Hoje, 30% concordam que, às vezes, a congregação prioriza a pátria. Em 2016, esse índice era de 53%.
- Jovens pastores: 37% acham que o sentimento nacional pode eclipsar a devoção a Deus, contra 25% entre os mais velhos (65+).
- Igrejas com menos de 50 fiéis registram menor preocupação (26%).
Caso haja alterações litúrgicas para o 4 de julho, maior probabilidade de mudanças envolve reconhecimentos a veteranos, familiares de militares e inclusão de hinos nacionais.
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