- Karoline Lima relatou ter visto supostas naves espaciais em dois relatos distintos.
- Primeiro relato aconteceu quando ela estava em um avião, acima das nuvens, descrevendo um objeto arredondado, de tom chumbo ou cinza escuro, que se movia rápido entre as nuvens e não seguia cena de avião, drone ou animal.
- O segundo relato ocorreu em 2024, em Maceió, com o céu notadamente claro; ela viu a mesma movimentação entre as estrelas e, ao ampliar com o celular, percebeu brilhos em várias cores (verde, rosa, amarelo).
- Ela afirmou não ter ouvido sons nem identificado outra explicação plausível, destacando que não era avião, helicóptero nem drone.
- Karoline encerrou dizendo que acredita em Mayk, mantendo a posição de ter visto algo estranho, sem afirmar ter visto extraterrestre.
Karoline Lima relatou ter visto supostas naves espaciais em dois relatos distintos, publicados nas redes sociais. Os acontecimentos envolvem avistamentos a bordo de aeronaves, um deles ocorrendo quando ela observava pela janela, em voo alto acima das nuvens. A segunda ocorrência ocorreu em 2024, em Maceió, sob céu limpo no litoral nordestino.
No primeiro relato, a influenciadora descreve uma visão rápida de um objeto arredondado, com tonalidade chumbo ou cinza-escuro, que passou entre as nuvens sem manter trajetória reta. Ela afirma que não era avião, drone ou animal, pela altitude e pela movimentação. A passagem foi breve e o objeto sumiu em seguida.
No segundo relato, feito em 2024, a cena ocorreu à noite, ainda em Maceió, com céu claro e pouca poluição luminosa. Segundo a descrição, o objeto brilhou em várias cores — verde, rosa e amarelo — e não seguiu um caminho retilíneo, levando a crer que se tratava de uma nave espacial, segundo a própria influenciadora.
Karoline reforçou apoio ao também conhecido como Mayk, afirmando acreditar nele e nas experiências relatadas por ele. Em sua manifestação, ela disse não ter ouvido nada além do que viu, e que afirmou não ter visto evidências de algo humano, como aeronaves comuns, durante os episódios. A narradora manteve o tom de cautela, sem afirmar a existência de extraterrestres.
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