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Câmara aprova PEC com 335 votos favoráveis

PEC aprovada em primeiro turno amplia imunidade tributária para entidades religiosas, seguindo para segundo turno na Câmara

Deputados aprovam em primeiro turno PEC que amplia a imunidade tributária das igrejas para entidades associadas, com 335 votos favoráveis na Câmara.
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  • Câmara aprovou em primeiro turno a PEC que amplia a imunidade tributária para entidades associadas a igrejas, com 335 votos favoráveis.
  • A PEC altera o artigo 150 da Constituição para incluir entidades religiosas, instituições de ensino e ampliar a imunidade para entidades de assistência social, beneficentes e filantrópicas.
  • A proposta segue para segunda votação na Câmara; para seguir ao Senado são necessários no mínimo 308 votos no segundo turno.
  • O relator, deputado Marcelo Crivella, afirma que a medida fortalece a liberdade religiosa e o papel social das entidades.
  • A aprovação é vista como avanço para a autonomia das instituições religiosas e ainda depende de promulgação pelo Congresso.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (28) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a imunidade tributária para entidades associadas a igrejas no Brasil. A votação em primeiro turno registrou 335 votos favoráveis e a matéria segue para a segunda votação na Câmara.

A PEC altera o artigo 150 da Constituição, incluindo entidades religiosas e suas instituições de ensino entre as beneficiadas pela imunidade. Também amplia a imunidade para organizações de assistência social, beneficentes e filantrópicas. O objetivo é fortalecer a atuação social dessas instituições.

Segundo o relator, deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), a medida reforça a liberdade religiosa e o papel social das igrejas no país, ampliando autonomia para suas atividades essenciais. A proposta não causa prejuízo ao Estado, conforme argumenta Crivella.

Ainda cabe à Câmara votar em segundo turno, com previsão de requerer ao menos 308 votos favoráveis. Caso aprovada, a PEC seguirá para o Senado e, após aprovação lá, vai à promulgação pelo Congresso Nacional, passando a valer como emenda constitucional.

Representantes de comunidades religiosas manifestaram apoio à medida, ao entenderem que a imunidade fortalece projetos sociais promovidos pelas entidades. A discussão sobre o tema é antiga e envolve diversas correntes da sociedade civil e religiosa.

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