- Centenas de milhares de muçulmanos rezaram no Monte Arafat, ponto culminante do hajj, sob sol de até 40 °C.
- Desde o amanhecer, fiéis vestidos de branco recitavam versos do Alcorão na colina de 70 metros, perto de Meca.
- Grupos de voluntários distribuíram água, guarda-sóis e alimentos aos peregrinos.
- Este ano participam mais de 1,5 milhão de pessoas, apesar da incerteza sobre o fim do conflito na região.
- Após Arafat, os peregrinos seguirão para Muzdalifah para recolher pedras para o ritual de apedrejamento em Mina, que começa na quarta-feira.
Milhares de muçulmanos rezaram no Monte Arafat, em Meca, sob calor intenso de até 40°C, nesta terça-feira. O evento marca o auge do Hajj, peregrinação anual à cidade sagrada da Arábia Saudita.
Fiéis vestidos de branco recitaram trechos do Alcorão na elevação rochosa de 70 metros, perto de onde, segundo a tradição, o profeta Maomé proferiu seu último sermão. Grupos de voluntários distribuíram água, abrigo e alimento.
Este ano, mais de 1,5 milhão de pessoas participam do hajj. Entre os participantes, cerca de 30 mil iranianos viajaram à Arábia Saudita, redução em relação aos 86 mil previstos, atribuída pela agência iraniana Irna à situação beligerante.
Contexto da peregrinação
A jornada ritual continua em Muzdalifah, onde os fiéis passarão a noite e recolherão pedras para o ritual de apedrejamento em Mina, que começa na quarta-feira.
Desdobramentos na semana do rito
A etapa no Monte Arafat ocorre antes da passagem para Muzdalifah e, posteriormente, para Mina, onde os peregrinos realizarão o simbólico lançamento de pedras contra três pilares. A prática encerra-se com dias de oração e reflexão.
Entre na conversa da comunidade