- Em Cabana do Pai Tomás, na periferia de Belo Horizonte (MG), acontece uma iniciativa religiosa liderada pelo evangelista João Basques, fundador do movimento Parousia.
- Reuniões são realizadas em casas da comunidade, com participação de adolescentes e adultos, incluindo pessoas ligadas ao tráfico de drogas.
- Em uma gravação divulgada nas redes sociais, Basques descreve o culto como “o som de um culto caseiro na favela” e afirma que traficantes também participam.
- Basques ressalta a simplicidade dos locais de reunião, dizendo que “Jesus escolheu uma sala no coração da favela”.
- O missionário diz atuar na própria comunidade de origem, sonhando com uma mudança de percepção sobre o Cabana, para que o local seja lembrado por Deus e não pelo tráfico.
Há uma iniciativa de cunho religioso na comunidade Cabana do Pai Tomás, na periferia de Belo Horizonte (MG). A ação é conduzida pelo evangelista João Basques, fundador do movimento Parousia, que promove reuniões em casas da região. A proposta é reunir moradores variados, incluindo adolescentes e adultos, entre eles indivíduos com ligados ao tráfico de drogas.
Em vídeos divulgados, o grupo aparece cantando e ouvindo uma mensagem religiosa em espaço domiciliar. O evangelista descreveu o momento como um culto no beco, com participação de moradores da favela, incluindo pessoas envolvidas com atividades criminosas, conforme a gravação.
Público atendido e local
Basques cresce na própria favela do Cabana e atua proselitismo junto a idosos, jovens, crianças e pessoas com envolvimento com crimes. Ele afirma ter escolhido trabalhar na comunidade de origem, em vez de atuar em outros contextos.
Visão do líder
O missionário reforça a ideia de que o trabalho alcança a quebrada e que a região pode ser lembrada por uma mudança de percepção, associando o Cabana a uma presença divina que caminha pelos becos ao lado dos moradores.
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