- O pai de Debra Oswald ensinou a seguir a curiosidade, levando-a a peças, biblioteca e uma máquina de escrever portátil desde a infância.
- Essa postura permeou a vida adulta, abrindo portas para entrevistas, visitas a fazendas e trabalhos em áreas como polícia, asbestos e genética.
- Debra mantém a tradição com seus próprios filhos e netos, estimulando interesses variados, como história russa e música blues, como motor da carreira.
- Recentemente, enfrentou um tumor pequeno de mama, detectado precocemente, e manteve o interesse em entender procedimentos e pensamentos durante o tratamento.
- A autora defende que a curiosidade oferece diferentes ângulos de ver a realidade, ajuda a ouvir histórias e a compreender o que está acontecendo, mantendo viva a lição do pai.
Debra Oswald relembra, em entrevista, que o pai a ensinou desde a infância a ser curiosa sobre o mundo. A filosofia dele era simples: seguir o próprio interesse e observar o que surge ao redor.
Ele incentivava a leitura, levava para a biblioteca e comprava materiais que alimentavam a curiosidade das crianças. Esse estímulo abriu caminhos para a futura autora atuar em diferentes áreas.
Essa tradição continua na vida adulta: a curiosidade alimenta a carreira de Oswald, que já entrevistou profissionais, explorou temas diversos e incentivou os filhos a seguir seus próprios interesses.
Impacto na carreira
A curiosidade levou Oswald a explorar temas variados em sua produção, incluindo trabalhos literários, teatrais e televisivos. A prática se tornou parte de sua metodologia de trabalho.
Ao mesmo tempo, a autora observou como a curiosidade facilita o entendimento de vidas alheias, promovendo perguntas e investigações que enriquecem suas narrativas.
Enfrentando desafios
Recentemente, Oswald enfrentou um câncer de mama detectado precocemente. Durante exames e tratamentos, manteve o foco na observação do que acontecia ao seu redor.
Ela afirma que manter o interesse pelo que ocorre no corpo e na medicina ajudou a preservar a sanidade durante o período de doença e tratamento.
Legado familiar
Ao perder o pai, a família preservou a prática de seguir a curiosidade, mesmo que apenas pela memória das leituras. O espírito do pai continua vivo como tradição entre os filhos.
Oswald explica que a curiosidade, para ela, é mais útil que opiniões prontas, e que ouvir perguntas sobre si mesmo pode gerar histórias e aprendizados.
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