- Autoridades australianas apreenderam mais de 100 mil baratas exóticas vivas de um criadouro comercial não identificado em Bathurst, NSW, a cerca de 200 quilômetros a oeste de Sydney, na maior operação do tipo já realizada no país.
- As próximas roedores incluíam as espécies Blaptica dubia (barata-dubia) e Gromphadorhina portentosa (barata-sussurradora de Madagascar); as baratas eram criadas para alimentação de répteis de estimação.
- O valor estimado dos insetos é de AU$ 200 mil; não houve prisões até o momento, segundo um porta-voz da agência ambiental.
- As autoridades anunciaram que as baratas apreendidas serão sacrificadas e descartadas; o comércio e a posse de insetos exóticos não autorizados podem implicar penalidades sob leis federais.
- O órgão regulador orienta donos de répteis no país a substituírem por alternativas legais, como grilos e baratas-da-madeira, para alimentar os animais de estimação.
Australian authorities incineraram o comércio ilegal de insetos ao apreenderem mais de 100 mil caracóis exóticos vivos. A ação ocorreu em Bathurst, cidade de New South Wales, a cerca de 200 km de Sydney, no dia 5 de junho.
Os animais foram encontrados em um criadouro comercial ainda não identificado. A apreensão é a maior já registrada no país para invertebrados.
Os insetos incluíam baratas dubia (*Blaptica dubia*) e baratas-cascavel (*Gromphadorhina portentosa*), originárias da América do Sul e de Madagascar, respectivamente. Eles eram criados para alimentação de répteis de estimação, segundo as autoridades.
O valor estimado dos insetos é de cerca de AU$ 200 mil. Nenhuma pessoa foi acusada, segundo um porta-voz do órgão ambiental. A legislação australiana restringe a importação ao vivo de espécies específicas para proteger culturas e fauna nativa.
Implicações legais e ambientais
A autoridade ressaltou que o tráfico ilegal de baratas exóticas representa risco de invasão e disseminação de doenças. Os insetos apreendidos serão eutanizados e descartados, conforme orientação regulatória. Recomendação: donos de reptiles utilizem fontes legalmente aprovadas, como alimento alternativo permitido.
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