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Grande parte da segurança de Maduro é morta em ação dos EUA, afirma ministro

Ministro da Defesa afirma que parte da segurança de Maduro foi morta na ação; forças armadas permanecem mobilizadas para assegurar soberania em todo o país

People on a bridge are silhouetted as smoke rises near Fort Tiuna, after U.S. President Donald Trump said the U.S. struck Venezuela and captured its President Nicolas Maduro, in Caracas, Venezuela, January 3, 2026. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
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  • O ministro da Defesa, General Vladimir Padrino, afirmou que grande parte da equipe de segurança de Nicolás Maduro foi morta na operação dos EUA que resultou na captura do líder, anunciada no sábado.
  • Padrino não divulgou o número exato de baixas.
  • A vice-presidente Delcy Rodríguez declarou-se interina como chefe de Estado.
  • As Forças Armadas foram mobilizadas em todo o país para garantir a soberania venezuelana.
  • A captura de Maduro ocorreu durante a ação norte-americana, segundo autoridades dos EUA.

O ministro da Defesa da Venezuela, General Vladimir Padrino López, afirmou neste domingo que grande parte da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro foi morta na operação norte-americana que resultou na captura do líder, ocorrida no sábado. Padrino não divulgou o número de baixas, mas confirmou que as Forças Armadas foram acionadas em todo o país para garantir soberania.

A declaração ocorreu em meio a informações sobre a nomeação de Delcy Rodríguez como presidente interina do país, após o episódio. O ministro reiterou o posicionamento de que as forças militares permanecem mobilizadas para assegurar a integridade territorial e a continuidade do governo.

Contexto e desdobramentos

Segundo o governo venezuelano, a operação envolveu autoridades dos Estados Unidos e levou à captura de Maduro em território claramente definido pela administração americana. Não houve confirmação oficial de detalhes sobre a natureza da ofensiva nem sobre eventuais prisões adicionais ou condições de segurança no país.

As autoridades venezuelanas continuam a manter a presença de forças armadas em pontos estratégicos e informações oficiais destacam a necessidade de enfrentar possíveis desdobramentos internos. A comunidade internacional acompanha os próximos passos do governo interino e as respostas institucionais frente ao ocorrido.

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