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Pierre Huyghe expande limites em exposição no Beyeler

Exposição na Fondation Beyeler estreia experiência site-specific de Pierre Huyghe, com obras recentes e vídeos que reconfiguram narrativas e interação do público

Huyghe’s video *Camata* (2024) is re-edited in real time using sensors located in the exhibition space Collection Maja Hoffmann/Luma Foundation; Courtesy the artist;© Pierre Huyghe, represented by ProLitteris (CH)/ADAGP (FR)
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  • Pierre Huyghe estreia sua primeira exposição solo em museu suíço, na Fondation Beyeler, em Riehen, até 13 de setembro.
  • A mostra é apresentada como uma experiência site-specific; o artista vive em Santiago, Chile.
  • Destaques incluem Apnea, (2026), um órgão de respiração artificial submerso em um tanque de vidro.
  • O filme mais recente, Liminals (2025), mostra uma figura sem rosto buscando existir fora de tempo e espaço.
  • Em Camata (2024), máquinas realizam um ritual sobre um esqueleto no Deserto de Atacama, com reedição em tempo real por sensores no espaço expositivo.

Pierre Huyghe apresenta primeira mostra individual em museu suíço, prometendo uma “experiência site-specific” na Fondation Beyeler, em Riehen. A exposição reúne obras recentes criadas para reconfigurar narrativas, segundo texto de divulgação do local.

O artista francês, residente em Santiago, Chile, é conhecido por misturar tecnologia e formas orgânicas. Em trabalhos anteriores, como na Documenta 13, ele integrou elementos inusitados, com objetos e animais, explorando limites entre arte, ciência e natureza.

A mostra fica em cartaz até 13 de setembro e propõe uma sequência de relações que se reconfiguram. Destaques incluem Apnea (2026), um órgão de respiração artificial submerso em tanque de vidro, e filmes que complementam a instalação.

Sobre a exposição

Lançado como uma experiência em site específico, o conjunto curatorial envolve obras recentes de Huyghe. O filme Liminals (2025) apresenta uma figura sem rosto que transita entre estados temporais, enquanto Camata (2024) mostra máquinas atuando sobre um esqueleto no Deserto do Atacama, com edições em tempo real por sensores no espaço expositivo.

A curadoria enfatiza a reconfiguração contínua das narrativas, com sensores que alimentam alterações visuais e sonoras ao longo da mostra. A Beyeler descreve o conjunto como uma rede de relações que se transforma conforme a participação do público. Fonte: Fondation Beyeler.

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