- Galapagos Capital Art House abriu portas no Boa Vista Village, em Porto Feliz, interior de São Paulo, com patrocínio master da Galapagos Capital.
- A casa oferece exibições com obras de galerias brasileiras de destaque, como Fortes D’Aloia & Gabriel, Gomide & Co, Simões de Assis, Galatea e Galeria Leme.
- A mostra inaugural, com duração de três meses, aborda a evolução da arte brasileira nos últimos cem anos, reunindo peças históricas e obras recentes, incluindo um tríptico de Adriana Varejão.
- Fernanda Ingletto Vidigal, através da 2 Art Lovers, coordena a curadoria; a parceria com JHSF acompanha desde 2021.
- O espaço funciona de quarta a domingo, das 11h às 19h, com programação que inclui talks, oficinas e cursos para colecionadores e iniciantes no universo das artes.
A Galapagos Capital Art House abriu as portas dentro do Boa Vista Village, em Porto Feliz, interior de São Paulo, com curadoria de Fernanda Ingletto Vidigal. O espaço recebe obras de galerias brasileiras de renome, em uma parceria com a JHSF e patrocínio master da Galapagos Capital. A inauguração marca a expressão de cultura local com apoio privado.
A iniciativa é fruto da atuação da 2 Art Lovers, consultoria de arte criada por Fernanda em 2017, que desde 2021 colabora com a JHSF. A Galapagos Capital assumiu o patrocínio e os naming rights do espaço, consolidando um polo cultural no town center do empreendimento.
A mostra inaugural ficará em cartaz por três meses. A curadoria propõe um diálogo entre obras históricas e contemporâneas para revelar a evolução da arte brasileira nos últimos 100 anos, incluindo um tríptico de Adriana Varejão dos anos 2000, já apresentado ao MoMA.
Programação inaugural e localização
A Galapagos Capital Art House funciona de quarta a domingo, das 11h às 19h, no Boa Vista Village. A programação anual prevê três mostras inéditas, além de talks, oficinas e cursos, com foco tanto em colecionadores quanto em iniciantes no universo das artes.
A ideia é promover conexão entre público, profissionais e artistas, ampliando o alcance da produção brasileira. A casa abre espaço para jovens talentos e para grandes nomes das galerias Fortes D’Aloia & Gabriel, Gomide & Co, Simões de Assis, Galatea e Galeria Leme.
A visão da curadora é discutir a evolução da arte brasileira de forma integrada, aproximando obras históricas e recentes, e fortalecendo o ecossistema cultural no interior paulista. A iniciativa recebe apoio de marcas que investem em cultura como patrimônio social.
Entre na conversa da comunidade