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Festival Flamm visa despertar interesse pela cidade de Bodmin, Cornualha

Festival Flamm leva arte contemporânea a Bodmin, conectando cidade a público local e promovendo reflexão sobre identidade e potencial transformador da cultura

Artist Rachael Jones at Bodmin Keep, the town’s military museum.
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  • O festival Flamm chega a Bodmin para levar arte contemporânea ao interior da península neste fim de semana, iniciando nos dias 28 de fevereiro e 1 de março.
  • As obras incluem uma escultura de cerâmica com jackdaws, ligada à lenda de Rose Wright, e uma instalação sonora em uma plataforma de trem com conversa entre dois trabalhadores.
  • Imagens inspiradas em objetos do museu militar da cidade aparecem em locais não tradicionais, junto a uma escultura ambulante de cor magenta chamada Re:Rooted.
  • Artistas e curadores de Cornwall e de fora colaboram com jovens entusiastas para transformar a cidade em destino artístico.
  • Um mapa alternativo de Bodmin, criado por Katie Etheridge e a organização juvenil KBSK, destaca pontos queridos pelos jovens, sugerindo novos focos de valor na cidade.

O festival Flamm chega a Bodmin, na península de Cornwall, neste fim de semana para levar arte contemporânea a uma cidade pouco explorada por turistas. O evento, que reúne artistas locais e de fora, transforma espaços da região em galeria a céu aberto.

Organizadores e curadores de Cornwall, junto a voluntários de diversas idades, promoveram a parceria com museus e organizações culturais. A proposta é abrir Bodmin a um público que normalmente não busca cultura na região.

O Flamm ocorre em Bodmin nos dias 28 de fevereiro e 1 de março, valorizando a produção artística num cenário de destaque para a comunidade local. A iniciativa pretende estimular participação e debate sobre identidade regional.

O que esperar

A programação inclui obras inspiradas em objetos do museu militar local, instalações sonoras em plataformas de trem e uma escultura de caminhada na cidade, em tom de cor chamativa. Espaços inusitados também exibem imagens de arte amplamente diversificadas.

Obras recentes da Liverpool Biennial 2025 ganham espaço ao lado de projetos de Counterpoints Arts, promovendo uma visão crítica sobre cultura e inclusão. A proposta é conectar público jovem a práticas artísticas contemporâneas.

Participantes e impactos

A artista Katie Etheridge trabalha com a organização juvenil KBSK para criar a Walking Sculpture magenta chamada Re:Rooted, que trata de navegação e pertencimento. A obra dialoga com a recente mudança climática local.

Outra intervenção envolve Bodmin Keep, o museu militar da cidade, com imagens ampliadas de artefatos. A artista Rachael Jones transforma conteúdo do acervo em peças visíveis em locais públicos, ampliando o acesso à memória local.

O festival também apresenta uma releitura espacial: mapas alternativos criados por jovens revelam pontos significativos da vida em Bodmin, como comércios locais e pontos de encontro. A iniciativa busca valorizar o cotidiano da população.

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