- Wakehurst, jardim botânico em West Sussex, vai exibir quatro esculturas de Henry Moore em parceria com o Henry Moore Institute.
- As obras ficam junto a novas peças de artistas contemporâneos convidados pelo instituto.
- A mostra busca “continuar a conversa entre arte e natureza” e aborda temas como cuidado e conservação.
- Eva Owen, gerente de programa de Wakehurst, afirma que as obras refletem o trabalho de gestão de paisagens e do Millennium Seed Bank.
- As esculturas devem ser reveladas na sexta-feira e ficam no local até 27 de setembro; a Kew Gardens também exibe obras de Moore, inauguradas em 9 de maio.
A Wakehurst, jardim botânico selvagem em West Sussex, vai exibir uma série de esculturas de Henry Moore. Serão quatro peças, associadas a novas obras de outros artistas contemporâneos do Henry Moore Institute. A mostra começa nesta sexta-feira e fica em cartaz até 27 de setembro.
A ideia, segundo a instituição, é ampliar a conversa entre arte e natureza. A responsável pelo programa de Wakehurst afirma que as obras convidam à reflexão sobre temas ambientais que se sobrepõem à beleza artística.
Eva Owen, gerente de programa da Wakehurst, afirma que a curadoria celebra a relação entre cuidado, proteção e conservação. Ela destaca o papel do jardim na gestão de paisagens e habitats naturais, além do Millennium Seed Bank.
Sebastiano Barassi, chefe das coleções e programas de Henry Moore, ressalta que a afinidade de Moore com formas orgânicas faz de Wakehurst e Kew locais ideais para sua obra. As esculturas enfatizam natureza, humanidade e ambiente.
Barassi acrescenta que as peças em Wakehurst e em Kew convidam o público a repensar o legado do artista diante de questões atuais. Ele afirma que a mostra traz uma perspectiva renovada sobre Moore.
As obras de Moore no local devem ficar expostas até 27 de setembro, quando o calendário de atividades no jardim prevê reposicionamento de exposições. A programação busca manter o interesse público pela interação entre arte e ecossistemas.
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