- O El Niño deve favorecer as safras da Argentina no segundo semestre de 2026, com chuvas mais frequentes e intensas que ajudam as culturas.
- O Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos informou que as condições do El Niño se intensificarão ao longo do segundo semestre de 2026.
- Na Argentina, um dos maiores exportadores de soja, milho e trigo, as previsões apontam safra de 2026/27 com efeito positivo do El Niño, segundo especialistas.
- Em 2015/16, El Niño intenso levou a soja a 59,1 milhões de toneladas e milho teve aumento de produtividade em relação à média dos últimos dez anos, conforme dados oficiais.
- O plantio de milho deve começar em setembro, a soja em outubro, e a safra de trigo 2026/27 pode alcançar até 20 milhões de toneladas, segundo a Bolsa de Rosário.
O fenômeno El Niño tende a intensificar as chuvas na Argentina, o que pode favorecer o desenvolvimento das culturas no país. Especialistas apontam que as condições climáticas devem favorecer as safras na segunda metade de 2026.
Segundo o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos, as condições do El Niño devem se fortalecer ao longo do segundo semestre de 2026. O fenômeno aquece as águas do Pacífico equatorial, influenciando padrões de chuva em várias regiões.
Especialistas argentinos destacam que a Argentina, grande exportadora de soja, milho e trigo, poderá registrar benefícios nas chuvas. O período 2026/27 é visto como favorável para a produção agrícola, embora haja incertezas climáticas globais.
Perspectivas para as safras argentinas
Na prática, o plantio de milho deve começar em setembro, seguido pelo plantio de soja em outubro. O trigo 2026/27 já entra em campo, com projeção de até 20 milhões de toneladas, conforme a Bolsa de Rosário.
Dados históricos ajudam a sustentar a leitura atual. No ciclo 2015/16, quando o El Niño esteve presente, a Argentina alcançou a segunda maior safra de soja da história, em 59,1 milhões de toneladas, e houve incremento na produtividade do milho.
O entendimento técnico aponta que áreas com boa drenagem tendem a ter rendimentos superiores sob El Niño, enquanto regiões mais vulneráveis a inundações costumam apresentar impactos diferentes.
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