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Classe Econômica ganha beliches e fim dos assentos reclinados

Air New Zealand lança Skynest, seis cápsulas-cama na econômica, oferecendo quatro horas de sono em voos de quase 18 horas entre Nova York e Auckland

Os módulos Skynest da Air New Zealand tornarão os voos de longa distância menos desgastantes
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  • A Air New Zealand lançará o Skynest, com seis cápsulas-cama entre as classes econômica e economy premium em voos de Nova York para Auckland, com quase 18 horas de duração, a partir de novembro; a United Airlines lançou o Relax Row, versão americana licenciada da patente.
  • Cada cápsula tem aproximadamente 1,98 metro de comprimento por 63 centímetros de largura, com travesseiro, lençóis, cobertor, cortina de privacidade e kit de amenidades.
  • As cápsulas contam com ventilação própria, entradas USB e USB-C para carregamento e luz de leitura individual, e cada sessão dura quatro horas com reserva limitada a uma por passageiro.
  • As reservas abrem em 18 de maio, com dois períodos disponíveis por voo, programados entre os serviços de refeição.
  • O projeto é apresentado como experimento, com idade mínima de 15 anos para uso.

A Air New Zealand vai testar camas na classe econômica a partir de novembro, em uma aposta para tornar voos ultralongos mais confortáveis. O projeto, batizado de Skynest, será implementado na rota entre Nova York e Auckland, uma das mais longas do transporte de passageiros, com duração próxima a 18 horas.

O Skynest consiste em seis cápsulas para dormir, dispostas em três níveis entre as cabines econômica e premium economy. Cada cápsula funciona como uma beliche reclinável, com quatro horas de uso por passageiro, e reserva separada do restante assento. O espaço ocupa aproximadamente 1,98 m de comprimento por 63 cm de largura.

As cápsulas oferecem travesseiro, lençóis, cobertor, cortina de privacidade, kit de amenidades e iluminação individual. Entre os itens disponíveis estão máscara para os olhos, protetores auriculares e creme para as mãos da marca Aotea. Cada unidade possui ventilação própria, entradas USB e USB-C.

A ideia é criar um espaço privado e funcional, com iluminação adaptável para facilitar o sono. O supervisor de experiência do cliente da Air New Zealand explica que o design busca remeter a um ninho, inspirando conforto e privacidade para o passageiro.

O lançamento ocorre pela companhia como um experimento em tempo real. A empresa planeja abrir reservas em 18 de maio para viagens a partir de novembro, com dois períodos de uso por voo e apenas uma sessão por passageiro. A ideia é observar a demanda e ajustar conforme o comportamento dos clientes.

O Skynest não é a primeira iniciativa de camas na econômica. Em 2011, a Air New Zealand já lançou o Skycouch, que transforma três assentos em uma superfície plana. O Skycouch continua disponível como opção para famílias ou quem busca uma superfície contínua ao longo do voo, sem depender das cápsulas.

Além da Air New Zealand, a United Airlines apresentou o Relax Row, com três assentos que formam uma superfície plana. O produto incluí colchão e travesseiros extras, e pretende chegar a mais de 200 aeronaves a partir de 2027, como uma alternativa norte-americana ao conceito da Skycouch.

A companhia neozelandesa destaca que o Skynest terá restrição de idade, sendo permitido apenas para passageiros com 15 anos ou mais. A iniciativa reflete uma aposta contínua por conforto em voos de longa duração, buscando reduzir o impacto do tempo total de viagem na experiência do passageiro.

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