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Palmeiras e Ministério da Saúde lançam campanha de vacinação contra o sarampo

Palmeiras e Ministério da Saúde promovem vacinação contra sarampo em ponto gratuito no Nubank Parque, antes de jogos da Copa 2026, para viajantes

Foto: Divulgação/MS.
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  • Ministério da Saúde e o Palmeiras promovem vacinação contra sarampo no Nubank Parque, em São Paulo, neste fim de semana.
  • No sábado, das 10h às 14h, haverá ponto de vacinação no Portão A para torcedores que vão ao jogo Palmeiras x Corinthians, pela Copa do Brasil Feminina.
  • No domingo, antes do jogo Palmeiras x Chapecoense, ocorrerão ações de conscientização no gramado com Zé Gotinha e mascotes.
  • A campanha prioriza viajantes para Estados Unidos, México e Canadá, que juntos concentram cerca de sessenta e sete por cento dos casos nas Américas, reforçando a atualização da caderneta vacinal.
  • O Brasil segue sem circulação endêmica do sarampo, mas o aumento do fluxo internacional aumenta o risco de importação; a vacina tríplice viral está disponível gratuitamente pelo SUS.

O Ministério da Saúde e o Palmeiras vão realizar uma campanha conjunta de vacinação contra o sarampo no Nubank Parque, em São Paulo, neste fim de semana. O objetivo é aumentar a proteção de brasileiros que viajarão para os Estados Unidos, México e Canadá durante a Copa do Mundo da FIFA 2026.

No sábado, 30, das 10h às 14h, haverá um ponto de vacinação no Portão A do parque. O atendimento é voltado para torcedores que irão à partida entre Palmeiras e Corinthians, válida pela Copa do Brasil Feminina. No domingo (31), antes do jogo entre Palmeiras e Chapecoense, o estádio receberá ações de conscientização no gramado com a presença do Zé Gotinha, mascote da campanha.

A iniciativa faz parte de uma campanha nacional de vacinação, reforçando a necessidade de atualização da caderneta de vacinação para viagens internacionais. Estados Unidos, Canadá e México concentram aproximadamente 67% dos casos da doença nas Américas, segundo o Ministério da Saúde.

O Brasil mantém status de país sem circulação endêmica do sarampo, mas alerta para o risco de importação devido ao aumento do fluxo internacional. A tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, está disponível gratuitamente pelo SUS.

Além da imunização, a parceria prevê ações de comunicação e conscientização para ampliar a cobertura vacinal e evitar a reintrodução da doença no país.

Cenário epidemiológico

No início de maio, o Rio de Janeiro confirmou um caso de sarampo em uma mulher de 22 anos, sem histórico vacinal, funcionária de hotel. Autoridades realizaram investigação, vacinação de bloqueio e varreduras na área para detectar novos casos, com apoio do Ministério da Saúde.

Esse é o segundo caso registrado no Brasil em 2026. O primeiro ocorreu em São Paulo, com uma criança de seis meses que viajou a La Paz, na Bolívia, onde há surto ativo. Mais de 600 doses foram aplicadas na região entre janeiro e fevereiro.

Apesar dos registros, o Brasil continua sem circulação endêmica da doença, mantido mesmo após a perda da certificação regional das Américas. Ao longo de 2025, o país interrompeu a transmissão de 38 casos importados, com vigilância, vacinação e bloqueio rápido.

Fonte: Ministério da Saúde, Comitê de Gestão da Pandemia e parceiros.

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