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Jagger e Clapton vencem disputa para impedir prédio de 29 andares no Tâmisa

Planejamento rejeita torre de cem metros às margens do Thames, após oposição de celebridades como Mick Jagger e Eric Clapton

Architect’s drawing of development near Battersea Bridge in London, which would have rivalled the heights of the famous chimneys on Battersea power station.
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  • Celebridades, entre elas Mick Jagger e Eric Clapton, conseguiram impedir a construção de uma torre de 29 andares às margens do rio Thames, perto da Battersea Bridge.
  • A Rockwell Property propôs inicialmente uma torre de 34 andares com 142 apartamentos, reduzida para 110 unidades, incluindo 54 casas acessíveis, estacionamento subterrâneo e espaços comerciais.
  • O conselho de Wandsworth rejeitou o projeto, citando altura e escala excessivas, além de impacto negativo na silhueta e no caráter da região; a Greater London Authority apoiou a decisão.
  • A inspetora de planejamento Joanna Gilbert afirmou que a torre teria efeito adverso sobre o cenário urbano, seria mais alta e volumosa que prédios existentes e prejudicaria a paisagem ao longo da margem do Thame.
  • A Rockwell disse estar desapontada com a decisão e ressaltou que manteve o padrão de qualidade com arquitetos renomados, destacando que a regeneração da área não foi atendida pela decisão do órgão.

O planejamento rejeitou o projeto de um edifício de 29 andares às margens do Rio Tâmisa, após uma batalha pública liderada por Mick Jagger e Eric Clapton. O caso envolveu também Felicity Kendal e o comediante Harry Hill contra a Rockwell Property. A torre seria erguida ao lado da Battersea Bridge, na margem sul de Londres.

A Rockwell propôs inicialmente um prédio de 34 andares com 142 apartamentos, reduzido depois para 110 unidades, incluindo 54 casas acessíveis. O projeto previa estacionamento subterrâneo e uma mistura de espaços comerciais, com justificativa de atender à demanda por moradia de alta qualidade na capital.

A oposição sustentou que a altura e a escala seriam excessivas, alterando o caráter da área e prejudicando o cenário urbano, além de afetar a silhueta da região. A decisão coube ao Conselho de Wandsworth, com apoio da Greater London Authority, que rejeitaram a proposta.

Desfecho e justificativas

Após uma audiência pública de oito dias, a instrutora de planejamento Joanna Gilbert concluiu que a torre prejudicaria a paisagem urbana em várias vistas do entorno. O relatório apontou que o prédio seria mais alto e volumoso que as estruturas existentes, tornando-se visivelmente dominante na orla.

A autora da decisão observou que o conjunto não seria exemplar nem distintivo, apenas alto, e não integraria a faixa de prédios altos da cidade, parecendo isolado e prejudicando o caráter espacial da região.

A Rockwell reagiu, afirmando estar desapontada com a decisão e mantendo a crença no potencial do projeto de regeneração. A empresa ressaltou que trabalhou com arquitetos de renome para manter a qualidade, mas reconheceu oposição expressa ao veredicto.

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