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STF prende Ricardo Magro e bloqueia R$ 52 bilhões do grupo Fit

STF manda prender Ricardo Magro e bloqueia R$ 52 bilhões do grupo Fit; operação com 17 mandados de busca e apreensão e sete afastamentos mira ocultação patrimonial e evasão de recursos

O empresário e advogado Ricardo Magro, dono do grupo Fit e alvo de mandado de prisão
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  • STF mandou prender o empresário Ricardo Magro, do grupo Fit, dono da Refi, antiga refinaria da Manguinhos, no Rio de Janeiro.
  • A investigação, chamada Sem Refino, apura uso de estrutura societária para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior, além de possíveis fraudes fiscais.
  • O tribunal determinou o bloqueio de R$ 52 bilhões do grupo e cumpriu 17 mandados de busca e apreensão, além de sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.
  • O caso envolve, entre outros alvos, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro e o desembargador Guaraci Vianna, que teriam decisões beneficiado o empresário.
  • O nome de Magro foi incluído na difusão vermelha da Interpol; o presidente Lula citou o empresário em discurso sobre brasileiros foragidos nos Estados Unidos.

O STF mandou prender o empresário Ricardo Magro, dono do grupo Fit e da Refinitaria antiga refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro. A ordem partiu da Polícia Federal no âmbito da operação Sem Refino, que mira ocultação patrimonial e evasão de recursos. O bloqueio soma R$ 52 bilhões e envolve a mesma investigação que levou a buscas na casa de Cláudio Castro, ex-governador do RJ, e ao afastamento do desembargador Guaraci Vianna.

A ação ocorre em 2026 e envolve mandados de busca e apreensão e afastamentos de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, conforme decisão do STF. A PF descreve a operação como investigação de fraudes fiscais, ocultação de patrimônio e inconsistências relacionadas à operação de uma refinaria ligada ao grupo.

Magro teve o nome incluído na difusão vermelha da Interpol, ampliando o alcance internacional da investigação. A PF aponta que a estrutura societária e financeira do grupo tem como objetivo ocultar patrimônio e desviar recursos ao exterior, dificultando o rastreamento dos ativos.

Envolvidos e desdobramentos continuam sob investigação, com novas diligências e coleta de provas previstas pelas autoridades. O objetivo, segundo a PF, é esclarecer quais responsabilidades cabem aos empresários e operadores ligados ao interesse do grupo Fit na refinaria de Manguinhos.

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