- Kassio Nunes Marques assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral e André Mendonça passa a ser vice, em cerimônia nesta terça-feira 12, às 19h, sob a condução da atual presidente, Cármen Lúcia.
- Durante o evento haverá leitura do termo de posse, após o Hino Nacional, com a posse formal do vice.
- Convidados incluem representantes dos três Poderes e o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em casa por condenação na trama golpista.
- Cármen Lúcia deixou a presidência do TSE antecipadamente para acelerar os preparativos administrativos para as eleições de outubro.
- A expectativa é de continuidade do apoio à urna eletrônica; caberá aos novos chefs decidir sobre segurança da campanha, supervisão das urnas e testes de integridade, com possibilidade de decisões monocráticas em caráter liminar.
Kassio Nunes Marques assume o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira, 12, às 19h, em cerimônia realizada sob a presidência de Cármen Lúcia. André Mendonça será o vice, em posse que ocorre após o Hino Nacional e a leitura do termo de posse.
A cerimônia reúne representantes dos três Poderes e contará com a presença de Jair Bolsonaro, ex-presidente, que está preso em casa por condenação relacionada a atos golpistas. Bolsonaro recebeu convite, mesmo sob prisão domiciliar.
Cármen Lúcia deixou a presidência do TSE para acelerar os preparativos administrativos para as eleições de outubro. O pleito será conduzido por ministros indicados ao Supremo por Bolsonaro, segundo avaliações, sem previsões de atuação intervencionista.
Composição e planejamento do TSE
A expectativa é que Antonio Carlos Ferreira, atual corregedor-geral eleitoral, e representantes do Ministério Público Eleitoral e da Ordem dos Advogados do Brasil discursarem na solenidade. Presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, já confirmaram presença.
Os novos chefes do TSE devem manter o foco em apoiar a urna eletrônica e assegurar a integridade do processo. Compete aos indicados decidir sobre medidas de segurança no período eleitoral e supervisionar as urnas, com eventuais decisões monocráticas em caráter liminar, quando necessário.
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